Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 67,35 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,31 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 154,75 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,46 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,55 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,67 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,72 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,73 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,38 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 144,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 152,36 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 163,60 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 132,26 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 145,83 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,38 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,39 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.562,68 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.468,08 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,63 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 136,46 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Bioenergia

IEA prevê forte expansão de eólica na matriz global até 2050

Percentual deve passar de 2,6% para 18%, puxado por avanços tecnológicos e mudanças de cenário.

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IEA prevê forte expansão de eólica na matriz global até 2050

A energia eólica pode ser responsável por mais de 18% da energia elétrica global até 2050, uma forte expansão ante os 2,6% atuais, aponta um novo relatório da Agência Internacional de Energia (IEA, na sigla em inglês). Os atuais 300 GW terão que aumentar de oito a dez vezes para atingir a meta apontada pela agência, passando de US$ 78 bilhões em investimentos em 2012 subindo, progressivamente, para US$ 150 bilhões por ano.

O relatório, uma atualização de um documento publicado em 2009, previa 12% de penetração da fonte eólica na matriz global até 2050. Esse novo estudo prevê que a China ultrapasse os países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) – bloco formado por 34 nações europeias – entre 2020 e 2025, com os Estados Unidos em terceiro. O desenvolvimento eólico proporcionará a não emissão de 4,8 gigatoneladas de CO2 até 2050. O montante a ser reduzido é menor do que a emissão anual dos países da União Europeia.

Segundo a IEA, os avanços tecnológicos da indústria do setor, bem como as mudanças do cenário global explicam as projeções otimistas. Os aerogeradores estão tornando-se maiores, mais fortes e leves, enquanto torres e pás estão crescendo mais do que sua capacidade nominal, proporcionando que as turbinas captem ventos de baixa velocidade e gerem de maneira mais regular. Isso facilita a instalação em locais que não apresentam a melhor incidência de vento.

O custo de instalação da eólica é competitiva na comparação com outras fontes. A IEA cita o Brasil como exemplo e afirma que a energia gerada a partir dos ventos deverá prevalecer ante as fontes fósseis nos leilões de energia nova, por conta de sua previsibilidade ante a possibilidade de aumentos dos combustíveis fósseis. Eólicas offshore permanecem caras e tecnologicamente desafiantes atualmente, mas têm um importante potencial de longo prazo. Os custos da energia eólica onshore devem cair 25% no horizonte até 2050 e 45% os da offshore.

A agência internacional cita, porém, alguns obstáculos que podem atrasar esse progresso, incluindo financiabilidade, problemas de integração à rede e dificuldades com obtenção de licenças e aceitação pública.

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