Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 64,02 / kg
Soja - Indicador PRR$ 127,82 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 134,32 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 8,53 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 5,26 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 5,89 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 4,66 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 5,03 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 142,24 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 146,19 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 153,53 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 158,64 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 134,25 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 150,67 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,20 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,20 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.367,18 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.316,87 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 160,50 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 141,40 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 151,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 165,13 / cx
Destaque Todas Páginas
Alimentos

Alta em outubro ‘quebra’ série de baixas globais de alimentos

O índice de preços globais de alimentos da FAO registrou leve alta em outubro e interrompeu uma sequência de cinco baixas mensais consecutivas.

Compartilhar essa notícia

O índice de preços globais de alimentos da FAO, braço das Nações Unidas para agricultura e alimentação, registrou leve alta em outubro e interrompeu uma sequência de cinco baixas mensais consecutivas. Houve valorizações em todos os grupos de produtos monitorados pela agência.

Conforme levantamento divulgado ontem (07/11), o indicador fechou o mês passado em 205,8 pontos, 2,7 pontos acima de setembro. O açúcar puxou a alta, graças, em parte, às chuvas que prejudicaram a colheita de cana no Centro-Sul do Brasil e ao incêndio que destruiu o terminal de exportação da Copersucar no porto de Santos (SP).

O índice específico da FAO para o produto aumentou de 246,5 pontos, em setembro, para 264,8 pontos em outubro – maior patamar desde dezembro do ano passado. Mas, como as estimativas ainda apontam para mais um superávit global de açúcar nesta safra 2013/14, a expectativa é que as cotações percam fôlego.

Também expressiva foi a valorização dos óleos vegetais, que refletem movimentos da soja. O índice da agência da ONU para o grupo passou de 184,3 pontos, em setembro, para 188 no mês passado, sob a influência da seca que afetou a colheita do grão em regiões do Meio-Oeste dos EUA e do aperto da oferta de óleo de palma no Sudeste asiático.

O índice de preços do grupo formado pelos cereais, por sua vez, subiu de 195 pontos, em setembro, para 197,1 pontos em outubro, ancorado pela alta do trigo. A valorização do cereal refletiu, entre outros fatores, o encolhimento da oferta na Argentina e problemas climáticos em áreas de produção dos Estados Unidos. Antes da alta, o indicador apresentou quatro quedas mensais consecutivas.

No grupo formado pelas carnes, houve um “embate” entre os ganhos registrados nos mercados de carnes bovina e ovina e as quedas observadas nos segmentos de carnes de frango e suína. Resultado: o índice do grupo passou de 184 pontos para 184,2 pontos, maior nível desde abril.

E nos lácteos, finalmente, os preços mantiveram-se em patamares elevados. O índice do grupo subiu de 251 pontos, em setembro, para 252,1 pontos em outubro. Ficou abaixo do recorde histórico de abril (256,6 pontos), é verdade, mas no mesmo “degrau” de maio (252,5) e, portanto, ainda no topo.

No que depender da oferta, a tendência das cotações em geral é de acomodação. Em outro levantamento divulgado ontem, a FAO estimou que a produção mundial de carnes tende a crescer 1,4% em 2013 em relação a 2012, enquanto nos lácteos o incremento deverá ser de 1,9%.

Apesar do déficit global, a produção de açúcar também deverá aumentar neste ciclo 2013/14, enquanto para as oleaginosas a estimativa é de novo recorde. Nos cereais, a oferta também é crescente, em parte por causa da recomposição da oferta de milho nos Estados Unidos, com nível de estoques bem mais elevados.
Assim, a agência das Nações Unidas projeta que a conta global das importações de alimentos somará US$ 1,15 bilhão neste ano, 3% menos que em 2012.

Assuntos Relacionados alimentos
Mais lidas
Cotação
Fonte CEPEA
  • Milho - Indicador
    Campinas (SP)
    R$ 64,02
    kg
  • Soja - Indicador
    PR
    R$ 127,82
    kg
  • Soja - Indicador
    Porto de Paranaguá (PR)
    R$ 134,32
    kg
  • Suíno Carcaça - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 8,53
    kg
  • Suíno - Estadual
    SP
    R$ 5,26
    kg
  • Suíno - Estadual
    MG
    R$ 5,89
    kg
  • Suíno - Estadual
    PR
    R$ 4,66
    kg
  • Suíno - Estadual
    SC
    R$ 5,04
    kg
  • Suíno - Estadual
    RS
    R$ 5,03
    kg
  • Ovo Branco - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 142,24
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Branco
    R$ 146,19
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 153,53
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Vermelho
    R$ 158,64
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Bastos (SP)
    R$ 134,25
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Bastos (SP)
    R$ 150,67
    cx
  • Frango - Indicador
    SP
    R$ 7,20
    kg
  • Frango - Indicador
    SP
    R$ 7,20
    kg
  • Trigo Atacado - Regional
    PR
    R$ 1.367,18
    t
  • Trigo Atacado - Regional
    RS
    R$ 1.316,87
    t
  • Ovo Vermelho - Regional
    Vermelho
    R$ 160,50
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Santa Maria do Jetibá (ES)
    R$ 141,40
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Recife (PE)
    R$ 151,55
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Recife (PE)
    R$ 165,13
    cx

Relacionados

SI – Edição 329
AI – 1343
SUINOCULTURA 328
Anuário AI – Edição 1342
Anuário SI – Edição 327