Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 66,77 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 152,10 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 158,52 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,67 / kg
Suíno - Estadual SP ↓ R$ 6,43 / kg
Suíno - Estadual MG ↓ R$ 6,47 / kg
Suíno - Estadual PR ↓ R$ 5,42 / kg
Suíno - Estadual SC ↓ R$ 5,60 / kg
Suíno - Estadual RS ↓ R$ 5,64 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 138,26 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 139,81 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 153,88 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 155,16 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 129,19 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 144,05 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,09 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,10 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.572,66 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.454,93 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 158,58 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 133,76 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 142,65 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 153,79 / cx
Insumos

Confirmados focos de ferrugem asiática em plantas de soja em SP

Neste ano a presença da ferrugem foi identificada mais cedo, já que, em 2012, ela se manifestou apenas no final de setembro.

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São Paulo é o primeiro estado brasileiro a confirmar a presença de ferrugem asiática na soja da safra 2013/14. As quatro ocorrências foram listadas no Consórcio Antiferrugem da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), sendo verificadas nos municípios de Itapeva (1), Itararé (2) e Itaberá (1), em plantas guaxas e perenes.

As amostras com sintomas da doença foram encontradas por técnicos da Fundação ABC. De acordo com a entidade, os dois focos em Itararé estavam presentes em plantas guaxas. Uma delas em uma fazenda e outra nas proximidades da cidade. É possível que as plantas isoladas tenham sobrevivido às fortes geadas ocorridas na região nos entre julho e agosto, e a 45 dias sem chuvas significantes de agosto a 15 de setembro.

Já os focos na soja perene, acusados em Itapeva e Itaberá, estavam às margens de rodovias. A chamada soja perene, cuja planta mantém ciclo de vida constante, amplia os riscos de proliferação da doença por hospedar o fungo causador da ferrugem. É tradicionalmente encontrada em encostas, margens de rodovias, ou nas bordaduras das lavouras, sendo usada na contenção de barrancos e margens de estradas.

Neste ano a presença da ferrugem foi identificada mais cedo, já que, em 2012, ela se manifestou apenas no final de setembro.

“É um indicativo de que o esporo está presente. O produtor não pode descuidar porque a ferrugem é uma doença severa e é necessário monitorá-la. O cenário indica que o fungo sobreviveu no inverno, mesmo com as fortes geadas. A doença continua presente no campo”, disse Cláudia Godoy, patologista da Embrapa Soja.

De acordo com a especialista, mesmo sem a confirmação da doença em lavouras comerciais, o produtor deve redobrar a atenção e o monitoramento do campo. “É preciso monitorar e fazer o controle na hora certa”, lembrou.

O primeiro foco em lavouras comerciais na safra 2012/13 foi registrado também em São Paulo, no mês de setembro.

2012 – No último ano, Alto Araguaia, em Mato Grosso, e São Carlos, em Santa Catarina, foram os primeiros do país a serem listados com casos positivos da ferrugem asiática em plantas guaxas.

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