Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 67,90 / kg
Soja - Indicador PRR$ 146,70 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 153,68 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 7,38 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 4,94 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 5,05 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 4,67 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 4,65 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 4,70 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 131,07 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 131,67 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 144,68 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 147,63 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 123,87 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 134,31 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,22 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,24 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.446,76 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.326,73 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 164,03 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 132,74 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 144,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 149,73 / cx
Destaque Todas Páginas
Agroindústrias

BRF foca em precificação para ser mais rentável

Recentemente, a companhia, que tem 60 funcionários envolvidos na análise e definição de preços, abriu processo de seleção para a compra de um software de precificação.

BRF foca em precificação para ser mais rentável

A BRF Brasil Foods, com faturamento líquido de R$ 25,7 bilhões em 2011, deve mudar, nos próximos meses, o processo de precificação de produtos para ampliar margem. Recentemente, a companhia, que tem 60 funcionários envolvidos na análise e definição de preços, abriu processo de seleção para a compra de um software de precificação.

A tecnologia deve pôr fim ao processo manual e custa tão caro quanto um sistema de gestão empresarial, a exemplo de um SAP. Apesar do investimento alto, a tecnologia promete trazer inteligência na hora de definir o preço de venda e ajudar indústrias e varejistas a aumentar seus ganhos a cada transação com os clientes.

A BRF não se pronunciou, por se encontrar em período de silêncio. Mas a preocupação da BRF com a precificação e, consequentemente, com aumento das margens vem ao encontro de uma pesquisa recentemente conduzida pela Deloitte e obtida com exclusividade pelo jornal Brasil Econômico.

Batizada de “Pricing no Brasil – Novas formas de gestão da precificação e rentabilidade nas empresas”, ela revela que muitas empresas estabeleceram programas internos para eliminar gorduras ao longo dos últimos anos o que ajudou, mas não resolveu integralmente, o desafio de aumentar receitas e margens.

Parte da culpa disso está no alto grau de competitividade do mercado e na ausência de um processo de precificação de produtos e serviços bem estruturado.

“Depois do esforço para reduzir custos fixos e variáveis para aumentar a rentabilidade, não há mais espaço para cortar custos”, afirma Ronaldo Tano, diretor de estratégia e operações da consultira Deloitte Brasil. “ O momento é de partir para um projeto bem estruturado de precificação, cujo impacto é de duas a quatro vezes maior na melhora da rentabilidade se comparado a corte de custos.”

Impacto do preço

Precificação, explica ele, é a habilidade de entender qual o impacto do preço na geração de receita e margem. Não é simplesmente aumentar ou baixar o preço. Cada transação deve ser analisada a partir de vários aspectos como volume negociado, peso do cliente na receita total da empresa, dentre outros itens. Tano explica que o conceito de gestão da precificação se refere não só ao processo de precificação, mas também a toda gestão estrutural de composição, definição, análise, além de implementação e acompanhamento de preços.

A pesquisa revela que mais de 70% das empresas não têm uma área exclusiva para cuidar desta questão estratégica. E é aí que mora o perigo. Tano explica que a área comercial geralmente quer volume, enquanto a financeira deseja margem e a de produção busca usar a eficiência da fábrica independentemente do pedido do cliente. Alinhado a isso tudo, é preciso ter uma área de inteligência de mercado até para avaliar a concorrência. “Geralmente, a precificação é feita pelo departamento comercial.

O que falta hoje às empresas é ter uma área exclusiva que alinhe as três áreas.” A pesquisa foi conduzida ao longo de 2011 e usou como amostra um universo composto por 62 empresas com atuação no mercado brasileiro. Mais da metade delas fica no estado de São Paulo, possui faturamento anual acima de R$ 250 milhões e tem mais de 500 funcionários.

Assuntos Relacionados MBRF
Mais lidas
Cotação
Fonte CEPEA
  • Milho - Indicador
    Campinas (SP)
    R$ 67,90
    kg
  • Soja - Indicador
    PR
    R$ 146,70
    kg
  • Soja - Indicador
    Porto de Paranaguá (PR)
    R$ 153,68
    kg
  • Suíno Carcaça - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 7,38
    kg
  • Suíno - Estadual
    SP
    R$ 4,94
    kg
  • Suíno - Estadual
    MG
    R$ 5,05
    kg
  • Suíno - Estadual
    PR
    R$ 4,67
    kg
  • Suíno - Estadual
    SC
    R$ 4,65
    kg
  • Suíno - Estadual
    RS
    R$ 4,70
    kg
  • Ovo Branco - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 131,07
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Branco
    R$ 131,67
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 144,68
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Vermelho
    R$ 147,63
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Bastos (SP)
    R$ 123,87
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Bastos (SP)
    R$ 134,31
    cx
  • Frango - Indicador
    SP
    R$ 7,22
    kg
  • Frango - Indicador
    SP
    R$ 7,24
    kg
  • Trigo Atacado - Regional
    PR
    R$ 1.446,76
    t
  • Trigo Atacado - Regional
    RS
    R$ 1.326,73
    t
  • Ovo Vermelho - Regional
    Vermelho
    R$ 164,03
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Santa Maria do Jetibá (ES)
    R$ 132,74
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Recife (PE)
    R$ 144,34
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Recife (PE)
    R$ 149,73
    cx

Relacionados

SI- edição 330
AI – Edição 1344
SI – Edição 329
AI – 1343
SUINOCULTURA 328