No entanto, auditores fiscais da Receita Federal e fiscais agropecuários federais, não. Algumas carreiras afetam diretamente o fluxo de importação, exportação e desembaraço de mercadorias.
Servidores de 20 categorias já aceitaram proposta salarial do governo

A Secretaria de Relações de Trabalho (SRT) do Ministério do Planejamento apresentará no fim desta terça-feira um balanço sobre os acordos fechados com as principais categorias do serviço público federal. Até o momento, 20 delas já sinalizaram que assinarão o acordo.
Entre as entidades sindicais que aceitaram a proposta do governo estão a Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Federal (Condsef), representando 18 categorias (80% do total), além dos servidores do Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) e do Ministério do Meio Ambiente.
Os servidores do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) também aceitaram os 15,8%, mas ainda buscam mudanças pontuais na proposta.
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O governo fixou esta terça-feira como prazo final para as categorias informarem se aceitam ou não o reajuste salarial de 15,8% em três anos. Os funcionários públicos federais estão em greve desde meados de junho.
O reajuste funcionará como um limite para o total da folha salarial da categoria. Como o aumento não é linear, cada degrau das carreiras terá reajustes diferentes, de acordo com o negociado entre cada entidade sindical e a Secretaria de Relações de Trabalho.
Apesar de boa parte das categorias estar disposta a aceitar o percentual oferecido pelo governo, algumas carreiras que afetaram diretamente o fluxo de importação, exportação e desembaraço de mercadorias recusaram a proposta. É o caso dos auditores fiscais da Receita Federal e dos fiscais agropecuários federais. Os funcionários da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) ainda não definiram se aceitam ou não o reajuste.
Os servidores do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) e os agentes e técnicos-administrativos da Polícia Federal também recusaram a oferta.
Até agora apenas o chamado “bloco educacional” (professores e técnicos-administrativos de instituições federais) e os servidores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) assinaram o acordo, último passo para garantir o aumento em 2013.
Atualizando dados.
















