Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 69,28 / kg
Soja - Indicador PRR$ 119,94 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 126,17 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 10,08 / kg
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Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 158,55 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 166,43 / cx
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Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.173,45 / t
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Exportação

Exportações em 2011

Exportações devem crescer 13% em 2011, segundo meta do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).

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Depois de bater recorde em 2010, as exportações brasileiras devem continuar a crescer este ano, de acordo com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). Segundo estimativa divulgada há pouco pelo ministério, a meta de exportações para 2011 é de US$ 238 bilhões, 13% a mais que os US$ 201,9 bilhões em vendas externas registrados no ano passado.

Segundo o secretário de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Welber Barral, a trajetória de crescimento nas exportações continuará, apesar do cenário internacional desfavorável, marcado pela queda do dólar e pela crise nos países desenvolvidos.

Na avaliação de Barral, o crescimento dos países emergentes compensará a crise na Europa e nos Estados Unidos. “O crescimento dos países em desenvolvimento vai gerar demandas e, de certa forma, suprir a lenta recuperação da Europa e dos Estados Unidos”. Apesar da crise internacional, o ministério acredita que a taxa de crescimento das exportações mundiais em 2010 feche em 9%.

No ano passado, as exportações foram impulsionadas pelas vendas de produtos agrícolas e minerais, cujos preços no mercado internacional subiram no ano passado. O grande destaque foi o minério de ferro, cujo valor exportado aumentou 117% em 2010; seguido do petróleo, com alta de 76%.

Em 2010, as vendas de produtos básicos subiram 44%, contra expansão de 37,1% em bens semimanufaturados e de 17,7% nos itens manufaturados. Como cresceram em ritmo mais intenso que os outros tipos de produtos, as commodities (minérios e produtos agrícolas com cotação internacional) aumentaram a participação no total das exportações brasileiras. De 40,5% em 2009, as exportações de produtos básicos saltaram para 44,6%. Em contrapartida, a participação dos bens manufaturados caiu de 44% para 39%. A fatia dos bens semimanufaturados ficou praticamente estável, passando de 13,4% para 14%.

Barral afirmou que a indústria brasileira ainda não está ameaçada, mas admitiu que o governo está atento ao aumento da participação das commodities na pauta de exportações brasileira. “Essa preocupação existe e foi admitida pelo ministro [Fernando Pimentel, do Desenvolvimento] que tomou posse nesta segunda-feira (3)”, ressaltou o secretário. “É importante observar que, em todos os tipos de produtos, as vendas externas cresceram em termos absolutos.”

Em relação às importações, que também bateram recorde em 2010, o secretário afirmou que refletiram a expansão da economia e a ampliação da renda e do emprego. As importações continuam sustentadas pela compra de matéria-prima e de bens de capital [máquinas e equipamentos], mas o maior crescimento foi registrado em bens de consumo duráveis, cujas importações aumentaram 59,3% no ano passado.

O secretário evitou comentar se continuará no cargo. Somente nas próximas semanas, o novo ministro do Desenvolvimento, Fernando Pimentel, anunciará a composição do segundo escalão da pasta.

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