Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 71,37 / kg
Soja - Indicador PRR$ 123,41 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 130,61 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 10,13 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,97 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,75 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,63 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,65 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,85 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 183,01 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 201,42 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 207,88 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 223,39 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 174,02 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 202,23 / cx
Frango - Indicador SPR$ 6,81 / kg
Frango - Indicador SPR$ 6,87 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.251,47 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.107,94 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 227,54 / cx
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Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 182,23 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 198,59 / cx
Agroindústria

Lucro da Brasil Foods cresce 125% em 2010

Empresa é a terceira maior exportadora do País e participa com mais de 20% no saldo da balança comercial brasileira. Receita no 4º trimestre cresceu 21%.

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O ano de 2010 foi de muitos desafios e importantes conquistas para a BRF Brasil Foods. A empresa cresceu com eficiência, ganhos de escala e lucratividade nos mercados interno e externo, demonstrando recuperação de resultados a patamares históricos.

O lucro líquido chegou a R$ 804 milhões, valor 125% superior – em base proforma (*) – na comparação com o mesmo período de 2009. A receita líquida, de R$ 22,7 bilhões, ficou 8,3% acima.

Mesmo diante da apreciação cambial e da escalada de preços de commodities registrada no segundo semestre, o EBITDA (lucro   operacional   antes   das despesas financeiras, impostos e depreciação) somou R$ 2,6 bilhões, montante que equivale a crescimento de 126% e representa margem de 11,6% ante o exercício de 2009. Merece destaque o desempenho operacional do 4º trimestre, que atingiu margem de 15%, com crescimento de receitas igualmente robusto.

Os principais fatores que proporcionaram o bom desempenho operacional foram o aumento do volume de produtos processados comercializados no mercado doméstico, a recuperação consistente e gradual registrada em importantes mercados internacionais, redução de custos de produção e despesas comerciais, mais o início da captura de sinergias em processos já autorizados pelo CADE, como nas áreas de Mercado Externo e Suprimentos.

A empresa fechou 2010 como a terceira maior exportadora do País. Considerados os números apurados no balanço do ano, calcula-se que a BRF participa com pouco mais de 20% no saldo da balança comercial brasileira, que soma US$ 20,3 bilhões, confirmando sua vocação de grande geradora de divisas para o país.

A performance no mercado externo no último ano foi bastante favorecida pela coordenação das operações internacionais BRF/Sadia. Com ganhos em sinergias e melhor gestão de preços, foram comercializadas 2,3 milhões de toneladas, 5,9% a mais na comparação com o ano anterior, somando receita de R$ 9,2 bilhões, um crescimento de 4,3%.

No mercado interno, o desempenho reposicionou as margens em níveis anteriores à crise. A receita alcançou R$ 13,5 bilhões, 11,3% superior, e os volumes chegaram a 3,8 milhões de toneladas, representando elevação de 4,9% ante o ano passado.

Mais de R$ 1 bilhão foram investidos durante o ano passado pela companhia na ampliação e modernização de sua capacidade produtiva, além de programas de eficiência em todas as áreas, com vistas à sustentação dos planos de crescimento nos mercados nacional e internacional.

A BRF mais uma vez colocou-se como uma das empresas de maior confiança entre investidores e acionistas, apresentando crescimento de 21% no valor de mercado, enquanto o IBOVESPA subiu apenas 1%. Nos últimos dez anos, o retorno anual médio aos acionistas foi de 31%, fato que torna a companhia uma das opções de investimento mais atrativas do mercado de capitais.

Mercado interno

Diversos fatores estimularam a demanda e as vendas de produtos em todos os segmentos no mercado interno no decorrer do ano passado. Na atividade de carnes, houve evolução de 10,5% em receita e 6,6% em volume. A retomada das exportações de carnes in natura ajudou a equilibrar a oferta no mercado doméstico, sustentando os preços e a venda de itens com maior valor agregado.

A receita líquida no segmento de lácteos recuperou níveis de 2008 e encerrou o exercício em R$ 2,3 bilhões. As margens foram pressionadas pela elevação dos preços pagos ao produtor de leite e os preços médios se mantiveram em relação a 2009.

Mercado Externo

De maneira geral, os mercados apresentaram recuperação gradual e consistente ao longo do ano, com destaque para o segundo semestre. As exportações de carnes somaram R$ 9 bilhões, valor 5% acima em relação ao ano anterior. Os volumes cresceram 6%.

A BRF vem desenvolvendo seu Projeto de Internacionalização, com foco em produtos de maior valor agregado e distribuição nas principais regiões de atuação, colocando-se, dessa forma, mais atuante e próxima de seus clientes finais e consumidores. No ano de 2010, foram registrados importantes avanços na distribuição no Oriente Médio, região que representou 31,9% do faturamento externo da empresa.

Números do 4º trimestre

Em uma conjuntura favorável – aumento de demanda no mercado interno e retomada gradativa em mercados internacionais para a companhia –, a BRF registrou no 4º trimestre crescimento de vendas tanto em volumes como em receitas nos mercados interno e externo.

A receita líquida totalizou R$ 6,4 bilhões, valor 20,6% superior, com crescimento de 22% no mercado interno e 18,3% em exportações. Foram comercializadas 1,4 milhão de toneladas, volume que ficou 6,4% superior ante o mesmo período de 2009.

O EBITDA chegou a R$ 959 milhões, 167% acima de 4º trimestre do ano passado, com margem de 15%, um ganho adicional de R$ 341,7 milhões quando comparado ao 3o trimestre de 2010. A boa performance dos mercados em que a companhia atua e a incorporação da primeira fase de sinergias sustentaram o crescimento, a despeito do alto impacto dos custos das principais matérias-primas (milho e soja).

O lucro líquido no período foi de R$ 360,2 milhões, com margem de 5,6%. O resultado equivale a um crescimento de 1.537,2% na comparação com mesmo período de 2009, e foi proporcionado pelo bom desempenho operacional verificado nos últimos meses do ano.

O mercado interno manteve-se aquecido e a pleno emprego, estimulando as vendas de produtos em todos os segmentos, especialmente das linhas destinadas às comemorações do final de ano. No trimestre, o faturamento na atividade de carnes cresceu 22,9% com volumes 10,4% superiores.

Ainda no segmento de carnes, as vendas externas somaram receita de R$ 2,4 bilhões, 18,3% acima do 4º trimestre do exercício de 2009.

(*) Os resultados da Sadia estão incorporados a partir de julho de 2009; as variações estão comparadas em base proforma, como se a incorporação de ações tivesse ocorrido em 01.01.2009

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