Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 64,27 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 146,69 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 152,41 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 10,48 / kg
Suíno - Estadual SP ↓ R$ 6,93 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 6,02 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,99 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,92 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 129,09 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 131,45 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 141,08 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 143,17 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 121,08 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 132,98 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,27 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,29 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.560,32 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.473,40 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 152,33 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 128,04 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 138,21 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 150,17 / cx
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Sanidade

Aftosa no MT

Não existe qualquer ação para elevar o status sanitário de Mato Grosso à condição de livre sem vacinação, explica secretário de Defesa Agropecuária, Francisco Jardim.

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O secretário de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura e Pecuária, Francisco Jardim, afirmou que não existe, neste momento, qualquer ação do ministério junto aos organismos internacionais para elevar o status sanitário de Mato Grosso à condição de livre sem vacinação. Mato Grosso, maior produtor de bovinos do Brasil – mais de 28 milhões de cabeças – está desde 1996 sem registrar nenhum caso de febre aftosa e por isso detém desde 2000 o status de livre da doença com vacinação.

A intenção dos pecuaristas estaduais é a classificação de livre sem vacinação, categoria na qual se enquadra atualmente Santa Catarina, único no país com esta classificação.

Jardim explica que o fato desta alteração não estar nos planos do Mapa nada tem a ver com a falta de reconhecimento ao trabalho sanitário desenvolvido no Estado. “Neste momento a meta não é esta porque a fronteira com Mato Grosso, principalmente a Bolívia, ainda gera atenção, mesmo com trabalhos de parcerias entre os governos dos dois países que permitem a vacinação gratuita do gado do lado boliviano. Ainda não é o momento para se agir em prol de uma nova classificação”.

Segundo ele, a meta sanitária atual é chegar a 2012 com 96% do rebanho nacional sob o status de livre com vacinação com reconhecimento da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) de livre com vacinação. Para atingir este percentual, o Mapa inicia neste mês o processo de sorologia em seis estados do Nordeste (AL, PE, PB, RN, PI e MA) onde estão cerca de 17 milhões de cabeças bovinas. “Com os testes para avaliar se há circulação viral na região foram negativos, podemos declarar a situação de livre com vacinação até novembro e levar isso para avaliação do Comitê Internacional de Saúde Animal que se reúne em fevereiro para que durante a plenária anual, a OIE declare esses seis estados nesta nova condição”.

O presidente da Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat), José João Bernardes, frisa que antes de o Estado buscar a nova condição é necessário classificar o risco de regiões que fazem fronteira ou limite com Mato Grosso.

Como explica, a meta é ter a classificação seja de livre com ou livre sem vacinação para o continente, ou seja, para a América Latina. “Isso não apenas aumenta o valor agregado da nossa carne, como também abre novos mercados consumidores. Atualmente, a carne ‘in natura’ do Brasil não é comprada pelos Estados Unidos e nem pelo Japão, mercados que podiam comprar grandes quantidades e pagar bem”.

De acordo com o presidente da Acrimat, o trabalho de unificação do status sanitário é uma meta que pode se concretizar em até cinco anos e assim “poderemos vencer essas limitações sanitárias que limitam o consumo”, frisa Bernardes. Ele destaca que o vizinho Paraguai vem desenvolve um trabalho de controle sanitário que avança, assim como o tem ocorrido com a Bolívia, que em regime de parceria – principalmente com Mato Grosso – vem evoluindo e logo poderá ter o seu rebanho de fronteira livre com vacinação.

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