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Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 69,28 / kg
Soja - Indicador PRR$ 119,94 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 126,17 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 10,08 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,85 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,77 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,60 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,52 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,67 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 158,55 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 166,43 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 174,45 / cx
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Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 149,18 / cx
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Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.173,45 / t
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Aves e Suínos

Dólar aquecido favorece setores avícola e suinícola

Por terem maior participação nas exportações, setores ganham com valorização da moeda americana.

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Dólar aquecido favorece setores avícola e suinícola

Ao contrário de alguns setores da economia, a desvalorização do real frente ao dólar trouxe vantagens para alguns setores da cadeia produtiva da carne. O setor de aves e suínos é um deles. Alcides Torres, analista de mercado da Scot Consultoria, revela que os dois setores deverão ser os mais beneficiados. Isso, segundo ele, porque boa parte da produção nacional é voltada para o mercado externo. 

Já para a bovinocultura, a mudança cambial não reflete tão positivamente. De acordo com o presidente da Associação Nacional dos Produtores de Bovinos de Corte (ANPBC), José Antônio Fontes, o setor não será beneficiado, já que 80% da produção brasileira fica no mercado interno. ”No Paraná, a situação é ainda pior. O Estado representa apenas 4% das exportações brasileiras de carne bovina”. Ele completa que somente o mercado exportador poderá se beneficiar. 

Do ponto de vista da avicultura, de acordo com o diretor de mercado da União Brasileira da Avicultura (Ubabef), Ricardo Santin, o atual cenário traz boa rentabilidade. Porém, ele adverte que as oscilações do câmbio devem acontecer gradualmente. Essas variações repentinas, na opinião dele, trazem uma certa instabilidade de mercado. ”Uma oscilação muita rápida, complica os negócios”, analisa Santin. 

Contudo, o diretor de mercado da entidade frisa que se o aumento da moeda americana ficasse nesse patamar, o setor avícola estaria vivendo um dos seus melhores momentos. ”Essa elevação vem para repor as perdas que o setor teve nos últimos anos com o dólar baixo. Porém, o mercado deve ter estabilidade”, acrescenta. 

Já para o presidente do Sindicato das Indústrias de Produtos Avícolas do Estado do Paraná (Sindiavipar), Domingos Martins, as projeções são mais ponderadas. ”Acredito que o dólar não vai permanecer nesse patamar por muito tempo. Ele deve oscilar e cair para a casa entre R$ 1,70 a R$ 1,80”, avalia. Martins afirma que os benefícios da valorização da moeda americana e dos altos preços das commodities podem ser interessantes tanto para a exportação quanto para o mercado interno. 

Para se ter uma ideia das últimas mudanças no setor produtivo, de acordo com informações do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada, órgão da Escola Superior Luiz de Queiroz (Cepea/Esalq), as exportações brasileiras de frango in natura e industrializada, de janeiro a agosto deste ano, totalizaram 2,4 milhões de toneladas. 

Esse volume, de acordo com a instituição, é 3,2% maior que no mesmo período do ano passado. Segundo o levantamento do Cepea, a elevação do dólar nas últimas semanas tem influenciado o aquecimento das vendas externas. Independente do movimento do dólar, o setor avícola tem obtido bons resultados. Segundo dados do Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria Estadual da Agricultura e do Abastecimento (Seab), somente no Paraná, de janeiro a julho deste ano, o Estado exportou 553.443 toneladas de carne de frango, frente 544.266 toneladas do mesmo período do ano passado.

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