Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 66,47 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 152,21 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 158,17 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,70 / kg
Suíno - Estadual SP ↓ R$ 6,68 / kg
Suíno - Estadual MG ↓ R$ 6,67 / kg
Suíno - Estadual PR ↓ R$ 5,56 / kg
Suíno - Estadual SC ↓ R$ 5,77 / kg
Suíno - Estadual RS ↓ R$ 5,75 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 138,39 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 140,29 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 154,10 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 155,89 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 129,22 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 143,27 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,21 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,23 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.566,88 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.484,33 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 158,58 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 133,76 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 135,22 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 148,68 / cx
Nutrição Animal

Acidificação melhora produção

Prática utilizada em água e ração de suínos e aves garante melhor absorção de nutrientes e combate a bactérias.

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Acidificação melhora produção

Com a função de acidificar o trato gastrintestinal, os ácidos orgânicos garantem aos animais uma melhor absorção de nutrientes, melhorando o desempenho final, tanto na produção de carne, como de ovos e outras. Por isso, a prática de acidificação vem ganhando espaço entre os produtores e é capaz de promover ainda aspectos positivos quando se trata de bactérias patogênicas. Nesse contexto, se destacam as acidificações em água e ração, que garantem mais eficiência em papo, moela e estômago ou no rendimento nutricional.

Segundo Ricardo Hayashi, responsável pelo departamento de pesquisa e desenvolvimento da Sanex, a prática da acidificação em ração, tanto para suínos quanto aves, é muito importante, visto que, atualmente, além do aspecto sanitário, ela consegue melhorar o aspecto do rendimento nutricional do animal. Em suínos, seu objetivo principal é estabilizar o pH de leitões na fase de desmama, o que melhora a digestão e absorção de nutrientes, evitando a diarreia. Já em aves, além de auxiliar na digestibilidade, os ácidos modulam de forma eficaz a microbiota intestinal, eliminando bactérias patogênicas e favorecendo as desejáveis e benéficas.

“Acidificando a parte inicial e final do intestino do animal, ele consegue ter um aproveitamento melhor da dieta, melhorando o desempenho, ciclo de vida e equilíbrio nutricional. Fora esse aspecto, é importante citar que, dependendo do produto utilizado, a prática tem aspectos positivos quando se trata de bactérias patogênicas, ou seja, ela combate alguns tipos de bactérias que possam trazer prejuízo”, afirma Hayashi.

Para ele, o melhor exemplo seria o da salmonella, uma bactéria que pode trazer prejuízos na questão de saúde dos seres humanos e animais. Além disso, com a prática de acidificação em água, o animal consegue um rendimento mais eficiente em papo, moela e estômago.

“Em relação ao setor agropecuário, é necessário utilizar um produto correto que contenha matérias-primas de alta qualidade e que ofereça um bom suporte técnico. No entanto, antes da escolha do produto, é preciso avaliar qual a necessidade e desafios de cada empresa”, diz.

Hayashi acrescenta ainda que, como os ácidos orgânicos têm a função de acidificar o meio intestinal, conseguindo assim promover melhor absorção de nutrientes, eles melhoram o desempenho do animal que ganha gramas a mais tanto em produção de carne, como de ovos, por exemplo.

www.diadecampo.com.br

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