Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 64,24 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 147,24 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 151,92 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 10,39 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,94 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 6,02 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,99 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,92 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 131,88 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 136,83 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 146,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 152,18 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 124,16 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 136,13 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,49 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,50 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.560,67 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.473,40 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 153,99 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 128,04 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 140,00 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 150,47 / cx
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Exportação

Suínos para Rússia

O governo russo divulgou um aumento de 6% na cota de carne suína para 2010, mas câmbio atrapalha o setor.

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Suínos para Rússia

O governo russo divulgou um aumento de 6% na cota de carne suína para 2010. Mesmo com a redução de 11% na cota global, a Rússia contemplou o Brasil com um aumento de 6%, o que representa um salto de 177,5 mil toneladas para 189,6 mil toneladas.

“Isto representa muito mais que um simples aumento. É o reconhecimento por parte da Rússia ao trabalho desenvolvido pela suinocultura brasileira, pela qualidade da nossa carne e pela sanidade do rebanho”, analisa Wolmir de Souza, presidente da Associação Catarinense de Criadores de Suínos (ACCS).

A Rússia também abriu ao País a cota de importação para aparas (sobras) de porco, que existia até 2008 e foi suprimida no ano passado. Para 2010, foi estabelecida quantidade de 27,9 mil toneladas desse produto.

Assim como ocorre com os exportadores de carne bovina, o setor suíno está apreensivo com a questão cambial que vigora nos últimos meses. “O câmbio é o grande inibidor das exportações. Não estamos conseguindo exportar com boa lucratividade, é preciso que a moeda americana esteja cotada, no mínimo, acima de R$ 1,80”, pondera o presidente da ACCS, sugerindo que o ideal é conquistar mercados como China e Japão, que remuneram muito mais.

Bovinos- A Rússia aumentou em 500% as cotas de importação mundial de carne bovina. A fatia brasileira passou de 73 mil toneladas para 448,3 mil. Apesar da notícia ser boa, o dólar baixo pode frustrar a ambição nacional de morder um pedaço maior do bolo.

Segundo o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), a Rússia é um dos principais destinos da carne brasileira, mas o país mantém uma política de cotas, na qual o Brasil está classificado como “outros países”, pois, estrategicamente, o sistema beneficia o mercado nacional de carnes.

“O aumento de 500% não diz respeito apenas ao Brasil, mas a todo o mercado internacional. Essa abertura representa apenas um potencial que temos que explorar, mas existem alguns fatores que são preponderantes, como a política cambial, que está desfavorável atualmente para os exportadores brasileiros”, analisa o zootecnista Alex Santos Lopes da Silva, da Scot Consultoria.

Para o zootecnista, esse aumento na cota russa de importação é interessante, apesar da concorrência de outros países. “Representa a diminuição da cobrança de impostos pelo volume exportado, além disso, é importante explorar esse nicho de mercado, mesmo que seja difícil cumprir as metas de exportação”, comenta.

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