Ministério da Agricultura reforça uso da nova sigla para a doença, escolhida pela Organização Mundial da Saúde.
Denomina-se gripe AH1N1
O secretário de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Inácio Kroetz, pediu apoio a parlamentares para reforçar o uso do nome da gripe AH1N1, escolhida pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Ontem (5), ele fez uma audiência pública na Câmara dos Deputados com parlamentares das comissões de Defesa do Consumidor, da Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural, e da Seguridade Social e Família.
As declarações feitas na audiência, da qual também participam representantes do Ministério da Saúde e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), relataram as providências que estão sendo tomadas para o enfrentar uma possível propagação da gripe em território nacional. “Não há evidências, até o momento, de que o vírus tenha origem em animais ou infectado os suínos, antes ou depois de casos registrados em seres humanos”, reforçou Kroetz.
O secretário enumerou as ações que o Mapa vem adotando como medida de precaução, entre as quais centralizar a autorização de importação de suínos e material de reprodução, o reforço da fiscalização em portos, aeroportos e postos nas fronteiras, pelo Sistema de Vigilância Agropecuária Internacional (Vigiagro). O Ministério da Agricultura integra do Gabinete Permanente de Emergência, que vem tratando diariamente do assunto. Kroetz assumiu o compromisso público de informar imediatamente à população, caso seja diagnosticado o vírus em animais no Brasil.
Leia também no Agrimídia:
- •Mercado global de suínos enfrenta pressão com custos crescentes
- •Influenza aviária H5N1 atinge granjas no Nepal e reforça alerta sanitário na avicultura
- •Avicultura: incerteza comercial nos EUA pressiona custos de ração e dificulta planejamento na produção de ovos
- •Peste Suína Africana avança em javalis na Catalunha e amplia zona de vigilância sanitária
– Com informações do MAPA





















