As restrições para as exportações de carne bovina na Argentina aliada à crise de energia do país vizinho já trazem benefícios para o Brasil.
Crise energética da Argentina impulsiona pecuária brasileira
Redação (03/08/07) – A carne bovina no Brasil segue na liderança das vendas mundiais do produto e atinge valores recordes para o preço do boi que, segundo o indicador Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiróz", fechou na última quarta-feira (01/08) a R$ 63,31, o maior valor nominal da história do Indicador iniciada em março de 1994.
"O mercado do Brasil se ampliou com a diminuição da participação desse concorrente. Ainda não dá para quantificar, mas já é possível sentir os reflexos no mercado", avalia o diretor executivo da Associação das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec), Antônio Jorge Camardelli.
Como reflexo do bom momento, grandes empresas brasileiras anunciaram lucro no primeiro semestre de 2007. A Perdigão conseguiu reverter um prejuízo de R$ 15 milhões ante igual semestre de 2006 e a Sadia atribuiu o lucro de R$ 205 milhões, alta de 143% em relação ao primeiro semestre de 2006, ao bom desempenho das suas exportações.
Leia também no Agrimídia:
- •Gestão, manejo e assistência técnica impulsionam eficiência na revista Suinocultura Industrial de Fevereiro
- •Joaçaba avança e se consolida como 2ª maior produtora de suínos em Santa Catarina
- •Carne de porco moída desafia tendência com queda nas vendas de carne suína no Reino Unido
- •Sanidade animal: abates em massa na Sibéria levantam alerta para febre aftosa




















