Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 69,98 / kg
Soja - Indicador PRR$ 121,52 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 128,66 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 10,19 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,93 / kg
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Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 166,50 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 174,15 / cx
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Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 195,54 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 159,02 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 177,57 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,07 / kg
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Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.185,88 / t
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Sanidade

Carnes vencidas em SP

Empresas de SP reembalavam carne suína, frango, e outras, com prazo de validade vencido para hospital público.

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Quatro empresas distribuidoras de alimentos em São Paulo são acusadas de reembalar carnes, frios e embutidos com prazo de validade vencido. Elas vendiam carnes, frango, peixes e embutidos com novos prazos de validade para clientes como o Hospital do Servidor Público Municipal de São Paulo, a Secretaria da Administração Penitenciária, a Prefeitura de Diadema, no ABC paulista, e prefeituras de Minas Gerais. Essas últimas usariam os alimentos na merenda escolar, segundo a polícia. (Leia também: Supermercado no Brás, em SP, vendia produtos vencidos há quase um ano)

Três toneladas de carne e laticínios impróprios para consumo foram apreendidas apenas em um galpão clandestino na Rua João Graeber, na Vila Ema, onde funcionava a empresa J.P. Gouveia Santos, fornecedora dos órgãos públicos. No local havia carne de porco dentro de tanques com água suja e salsichas expostas fora da embalagem.

Segundo o delegado Anderson Pires Giampaoli, da 2ª Delegacia de Saúde Pública do Departamento de Polícia de Proteção à Cidadania, e responsável pela operação, a empresa estava instalada naquele galpão havia sete meses, mas atua no mercado há 15 anos com os nomes de Celene Rodrigues ME; GS Comércio de Alimento do Brasil, e Frigorífico Gouveia Santos Ltda.A gerente de uma das empresas, a Celene Distribuidora de Alimentos, identificada como Sandra Suguiura Cardoso, de 52 anos, foi detida.

No total, estavam no galpão 30 toneladas de produtos fora do prazo de validade.

“Essa mercadoria as vezes era vendida. Eles reaproveitavam o que era devolvido”, disse a funcionária de uma das empresas.

A falta de higiene no local e o mau-cheiro dos produtos fizeram até com que alguns investigadores passassem mal. Segundo o delegado, a empresa reutilizava carnes e laticínios com prazos de validade vencidos, embalava novamente com outras datas de vencimento e distribuía aos órgãos com os quais mantinha contratos, através de licitação pública.

A Prefeitura de Itajubá, em Minas Gerais, afirma que recebeu frango descongelado de uma das empresas há um mês, fez boletim de ocorrência e recebeu uma nova carga.

A Secretaria da Administração Penitenciária informou, em nota, que foram entregues produtos alimentícios sem irregularidades em algumas unidades prisionais.

Segundo a nota, a secretaria adquiriu frango da empresa Frigorífico Gouveia Santos para a Penitenciária de Franco da Rocha I. Já a carne foi comprada da empresa Celene Rodrigues ME para abastecimento da Penitenciária Parada Neto de Guarulhos. A mesma firma também forneceu mussarela na Penitenciária Feminina da Capital, no Butantã. Segundo a polícia, os produtos com validade vencida também teriam sido enviados à Penitenciária de Tremembé e ao Manicômio Judiciária de Franco da Rocha. Porém, a Secretaria da Administração Penitenciária afirma que o fornecimento de alimentos a essas unidades ainda está sendo checado e vai apurar se outras unidades receberam produtos impróprios para consumo.

A Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo e a Prefeitura de Diadema irão investigar se adquiriram produtos das empresas.

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