Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,74 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,50 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,93 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 8,05 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,20 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,46 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,63 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,85 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,75 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 132,33 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 143,81 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 146,96 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 123,67 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 137,16 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,32 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,35 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.535,23 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.419,47 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 153,67 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 129,07 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 140,69 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 154,50 / cx
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Governo não planeja novas contratações de térmicas a carvão

Presidente da EPE afirma que não há previsão para que as termelétricas a carvão mineral voltem a ser cadastradas nos leilões realizados pelo governo.

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Governo não planeja novas contratações de térmicas a carvão

O presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Mauricio Tolmasquim, disse na última quarta (26), que não há previsão para que as termelétricas a carvão mineral voltem a ser cadastradas nos leilões realizados pelo governo voltados para a contratação de energia destinada ao abastecimento do sistema elétrico brasileiro.

O presidente da EPE afirmou que o Brasil dispõe de uma “abundância” de fontes de geração consideradas mais limpas do ponto de vista ambiental que as térmicas a carvão mineral, como as hidrelétricas e outras termelétricas de biomassa e gás natural. Tolmasquim disse que a EPE não pode descumprir as diretrizes do governo que deixou de tratar o carvão mineral como fonte prioritária.

Durante audiência na Câmara dos Deputados, Tolmasquim disse que o governo chegou a publicar um decreto sobre mudanças climáticas que obriga os órgãos do setor a adotar medidas para reduzir as emissões de gases poluentes. “Esse é um elemento que o setor de planejamento não pode ignorar”, disse ele ao justificar a ausência de térmicas a carvão no Plano Decenal de Energia 2011-2020.

Tolmasquim destacou que, caso não seja viabilizados empreendimentos de fontes renováveis, o pode optar pelo uso mais acentuado de termelétricas. “O plano não é determinativo, é apenas uma indicação de prioridades”, afirmou ao se referir ao planejamento para os próximos 10 anos.

O último leilão de energia que cadastrou empreendimentos com geração a partir do carvão mineral foi realizado em 2008. A defesa desta fonte de energia elétrica foi encabeçada na audiência pública pelo deputado Afonso Hamm (PP-RS) e outras entidades que defende a utilização do combustível no aumento da diversificação da matriz energética.

A preocupação do parlamentar está relacionada ao risco de desativação das usinas instaladas no Rio Grande do Sul e os possíveis impactos negativos sobre região. O deputado deixou a audiência pública dizendo que o assunto seria tratado em reunião marcada com a ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann.

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