Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 70,34 / kg
Soja - Indicador PRR$ 124,10 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 130,01 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 9,95 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,92 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,69 / kg
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Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 171,75 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 174,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 191,17 / cx
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Frango - Indicador SPR$ 6,95 / kg
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Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.268,96 / t
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Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 160,52 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 179,73 / cx
AveSui 2012

AveSui: Em dez anos, exportações brasileiras de carne suína devem crescer 23%

Mesmo assim, 81% do total produzido devem ser consumidos no mercado interno. Projeções são do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abatecimento (Mapa) e foram apresentadas pelo coordenador de Planejamento Estratégico do Mapa, José Garcia Gasques, em sua palestra hoje (02/04) na AveSui.

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O Brasil deve ampliar seus embarques de carne suína em 23,1% nos próximos dez anos. O volume passaria de 532 mil toneladas para 655 mil toneladas entre os anos de 2011/12 e 2021/22. O percentual de crescimento é maior do que o da carne bovina, que no mesmo período deve registrar aumento de 20% nas exportações. Elas passariam de 1.334 milhão de toneladas para 1.613 milhão de toneladas. A carne suína só ficaria atrás do frango, cujos embarques devem aumentar 35%, chegando a 5.658 milhões de toneladas ante as atuais 4.191 milhões de toneladas. Os dados foram apresentados pelo coordenador de Planejamento Estratégico do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), José Garcia Gasques, em sua palestra hoje (02/04) no Painel Conjuntural da AveSui América Latina. Eles constam do estudo “Projeções do Agronegócio Brasileiro 2011/12-2021/22”, realizado pela Assessoria de Gestão Estratégica (AGE) do Mapa.

De acordo com Gasques, os números refletem a forte demanda por carnes no cenário internacional. Mesmo com a crise vivida por alguns países europeus integrantes da zona do euro, o consumo mundial não deve sofrer quedas significativas. Entre os especialistas, há um receio de que a crise contamine outros importantes mercados ou resulte em uma recessão. “A demanda por proteína animal está crescendo nos países emergentes da Ásia, África e América Latina, onde há aumento de renda e processo de urbanização em andamento e onde também a crise não está diretamente instalada”, indica Gasques.

Mesmo com o aumento nos embarques, o grande cliente da suinocultura brasileira continuará a ser o mercado interno. Segundo o estudo do Mapa, 81% da produção nacional de carne suína será consumida no próprio País em 2022. Percentual quase idêntico ao da carne bovina, cravado em 80%. Já o frango destinará 63% de sua produção para o consumo doméstico, com o restante sendo destinado, hoje, para 145 mercados, segundo o estudo.

Para atender a maior demanda, a produção nacional de carne suína deve crescer 22% ao fim destes próximos dez anos, atingindo 4.067 milhões de toneladas. Atualmente, o volume produzido é de 3.334 milhões de toneladas. Na mesma análise, o setor de bovinocultura deve ampliar sua produção em 32,3%, passando de 8.947 milhões de toneladas para 11.834 milhões de toneladas. A carne de frango será a proteína animal que mais crescerá em produção. A perspectiva é que ela passe das atuais 13.028 milhões de toneladas para 20.332 milhões de toneladas em 2022, um crescimento de 56,1% no período de dez anos. Juntas, as três carnes devem ampliar em 43,2% a sua disponibilidade interna até 2022, com um volume de 10,9 milhões de toneladas a mais.

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