No entanto, em relação à carne, o desaquecimento das vendas no mercado atacadista tem resultado em queda nos preços
Com menor oferta, preços do suíno vivo se mantém, diz Cepea

A baixa oferta de suíno vivo em peso de abate tem sustentado as cotações dos animais, segundo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq/USP). No entanto, em relação à carne, o desaquecimento das vendas no mercado atacadista, típico em segunda quinzena de mês, já tem resultado em queda nos preços, afirmam os analistas.
De 13 a 20 de junho, o preço do animal vivo negociado na região de SP-5 (Bragança Paulista, Campinas, Piracicaba, São Paulo e Sorocaba) permaneceu estável, fechando a R$ 3,64/kg nessa quarta-feira (20).
Já no atacado, também de 13 a 20 de junho, os preços da carcaça especial na Grande São Paulo recuaram 2,5%, a R$ 5,54/kg na quarta. A carcaça comum se desvalorizou 3,4% no período, negociada a R$ 5,93/kg.
Leia também no Agrimídia:
- •Filipinas ampliam compras e impulsionam exportações brasileiras de carne suína em fevereiro
- •Custos de ração baixos e carne bovina cara podem favorecer suinocultura em 2026
- •Reino Unido recolhe produto de carne suína após detecção de Salmonella
- •Reino Unido retira produtos suínos após escândalo sanitário envolvendo peste suína africana no Vietnã




















