Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 68,67 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 154,91 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 161,56 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,50 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,14 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,37 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,25 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,27 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 132,51 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 135,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 144,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 150,55 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 124,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 137,51 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,30 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.544,33 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.450,60 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,27 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 128,20 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 143,70 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 157,15 / cx
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Renováveis

Investimento global em renováveis aumenta 1%, indica BNEF

Eólica liderou os aportes com US$ 138,2 bilhões em todo o mundo, aumento de 6% e a solar somou US$ 131,1 bilhões, queda de 3%

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Investimento global em renováveis aumenta 1%, indica BNEF

 O investimento em capacidade de energia renovável no mundo alcançou US$ 282,2 bilhões no ano passado, esse montante representa um crescimento modesto de 1% quando comparado com os US$ 280,2 bilhões de 2018. Segundo levantamento feito pela BloombergNEF, o maior mercado do mundo, a China, ajudou na desaceleração ao cair 8%, para US$ 83,4 bilhões. Na contramão, o segundo maior, Estados Unidos, atingiu um novo recorde, com US$ 55,5 bilhões, crescimento de 28% sobre os dados reportados um ano antes.
 
Segundo a pesquisa, o aumento dos financiamentos eólicos offshore ao final do ano elevou o investimento em capacidade nesse setor para US$ 29,9 bilhões, expansão de 19%. Esse volume representa ainda US$ 2 bilhões a mais do que recorde anterior, de 2016. Entre os projetos offshore que atingiram o fechamento financeiro no quarto trimestre, foram os 432 MW na costa escocesa, um aporte de  US$ 3,4 bilhões, e ainda, o projeto Formosa II Miaoli, de 376 MW, de Taiwan, que deverá consumir US$ 2 bilhões. Mas os maiores foram a instalação de 500 MW de Fuzhou Changle C, no mar da China Oriental, por US$ 1,5 bilhão e o primeiro dos projetos eólicos marítimos da França a ser financiado, o Saint Nazaire de 480 MW com aportes de US$ 2,5 bilhões.
 
Tom Harries, chefe de pesquisa eólica do BNEF, explicou que os desenvolvedores de energia eólica offshore na China anteciparam 15 projetos para vencer o vencimento programado da tarifa feed-in por lá. E ainda, que espera a continuidade do impulso global do setor em 2020, com foco em projetos em escala de gigawatt no Mar do Norte britânico e nos primeiros arranjos comerciais na costa leste dos EUA.
 
A BNEF aponta que olhando para os números gerais de investimento em renovável para 2019, a energia eólica liderou os aportes com US$ 138,2 bilhões em todo o mundo, um aumento de 6%. A solar ficou logo atrás, em US$ 131,1 bilhões, queda de 3%. “A queda dos custos de capital em energia eólica e solar significou que os dois combinados provavelmente viram cerca de 180 gigawatts adicionados no ano passado, um aumento de 20 GW ante o comparado a 2018.”
 
A biomassa e o waste-to-energy registraram US$ 9,7 bilhões em investimentos em capacidade em 2019, um aumento de 9%. Geotérmica registrou US$ 1 bilhão, queda de 56%. Os biocombustíveis caíram 43%, estimados em US$ 500 milhões, e as pequenas hidrelétricas 3% menores, em US$ 1,7 bilhão.
 
Separando os valores por país, a China foi novamente o maior investidor em energias renováveis, com US$ 83,4 bilhões em 2019, mas caiu 8% em 2018, o menor desde 2013. Houve um aumento de 10% no investimento eólico para US$ 55 bilhões, mas a solar caiu 33% para US$ 25,7 bilhões, menos de um terço do crescimento alcançado em 2017.
 
Os EUA foram o segundo maior país investidor em capacidade de energia renovável com US$ 55,5 bilhões. A Europa investiu US$ 54,3 bilhões, queda de 7%. A Espanha liderou com US$ 8,4 bilhões, um aumento de 25% em 2018 e o maior valor anual para esse país desde 2011. Por sua vez, o Reino Unido investiu US$ 5,3 bilhões, uma queda de 40% e o menor desde 2007.
 
Na América Latina, o Brasil aumentou o investimento em capacidade de energia renovável em 74% para US$ 6,5 bilhões no ano passado, enquanto o México comprometeu US$ 4,3 bilhões, um aumento de 17%, e o Chile, US$ 4,9 bilhões, quatro vezes a mais do que no período anterior.

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