Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 70,34 / kg
Soja - Indicador PRR$ 124,10 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 130,01 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 9,95 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,92 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,69 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,53 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,35 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,63 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 171,75 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 174,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 191,17 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 198,74 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 163,94 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 187,34 / cx
Frango - Indicador SPR$ 6,95 / kg
Frango - Indicador SPR$ 6,95 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.268,96 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.136,66 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 195,44 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 177,50 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 160,52 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 179,73 / cx
Dicas práticas

Como otimizar a taxa de retenção de fêmeas

Dicas práticas para o dia a dia do suinocultor

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Como otimizar a taxa de retenção de fêmeas

A taxa de retenção é um dos indicadores que determina o desempenho reprodutivo e econômicos nos sistemas de produção de suínos. Afinal, a permanência das fêmeas suínas nas granjas é necessária não apenas para amortizar o investimento feito para sua compra ou produção interna, mas também para a manutenção da estrutura etária do plantel, que tem impactos diretos na performance produtiva do rebanho. 

Assegurar a longevidade das fêmeas, porém, exige cuidados especiais com atividades triviais no dia a dia da granja, com aspectos específicos do manejo reprodutivo, além de uma política de descarte e uma estratégia de reposição bem definidas. Confira, a seguir, orientações técnicas para otimizar a taxa de retenção das fêmeas suínas nas unidades de produção.

Dedique Atenção Especial à Preparação das Leitoas

Os cuidados para garantir a longevidade do plantel de reprodução têm início com a preparação das leitoas. É preciso, nessa fase, assegurar boas condições para o seu desenvolvimento. As leitoas devem ser alojadas em instalações previamente preparadas, com água à vontade, ambiência e densidade adequadas, limpas e devidamente desinfetadas. O bom status sanitário do plantel tem influência direta no desempenho reprodutivo das futuras matrizes.

A ocorrência de desafios sanitários nessa fase aumenta a incidência de falhas reprodutivas, como anestro, redução no número de desmamados/fêmea/ano e no total de leitões produzidos durante sua vida reprodutiva. Atenção especial também deve ser dada ao manejo nutricional. As fêmeas devem ser arraçoadas à vontade em todas as fases de crescimento, do desmame à cobertura. Ao atingirem 60 dias, precisam receber uma dieta específica, com níveis de vitaminas, energia, cálcio e fósforo adequados a sua categoria.

Promova uma Seleção Rigorosa 

O caminho mais eficaz para promover uma seleção adequada está na avaliação objetiva de parâmetros pré-determinados. Aspectos como o desenvolvimento e condição física das fêmeas, a relação entre peso e idade e imperfeições físicas devem ser analisados, assim como os aprumos, cascos e membros. As fêmeas devem apresentar estrutura locomotora forte e saudável.

O peso é um indicador de qualidade no processo de seleção e tem influência no desempenho zootécnico da fêmea, ao longo de sua vida reprodutiva. Por isso, todas as leitoas devem ser pesadas e avaliadas no momento da seleção. Investir em uma seleção rigorosa e bem executada é a base para garantir leitoas com ótimas condições físicas e de alto padrão genético, atributos essenciais que possibilitam níveis de excelência em performance reprodutiva e longevidade de produção.

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