Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 70,34 / kg
Soja - Indicador PRR$ 124,10 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 130,01 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 9,95 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,92 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,69 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,53 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,35 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,63 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 171,75 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 174,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 191,17 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 198,74 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 163,94 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 187,34 / cx
Frango - Indicador SPR$ 6,95 / kg
Frango - Indicador SPR$ 6,95 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.268,96 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.136,66 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 195,44 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 177,50 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 160,52 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 179,73 / cx
Peste Suína

Vacinação contra a peste suína clássica começa dia 24 de maio em Alagoas

Campanha de Vacinação foi lançada nesta quinta-feira. Doença viral não é transmissível a humanos, mas causa grandes perdas econômicas aos produtores

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Vacinação contra a peste suína clássica começa dia 24 de maio em Alagoas

No próximo dia 24 de maio, o estado de Alagoas dará início ao projeto piloto do Plano Estratégico Brasil Livre de Peste Suína Clássica (PSC) com a vacinação contra a doença.  A iniciativa tem como objetivo erradicar a PSC em todo território nacional. 

Nesta quinta-feira (13), o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), em conjunto com as demais instituições organizadoras, realizou uma webinar de Lançamento da “Campanha de Vacinação contra a Peste Suína Clássica em Alagoas”.

“Esse é o pontapé inicial para colocarmos o Brasil – estados livre e os não livres – na mesma página. O Plano para erradicar a Peste Suína Clássica no Brasil vai beneficiar tanto as comunidades locais, que têm na criação de suínos uma alternativa de fonte alimentar e de renda, quanto a suinocultura industrial nacional, que mantém sua competitividade no mercado internacional diretamente relacionada à qualidade e à confiança conferidas pelos controles sanitários”, destacou a ministra da Agricultura, Tereza Cristina.

A PSC, também conhecida como febre suína ou cólera dos porcos, é uma doença viral, altamente contagiosa, que afeta somente suínos domésticos e asselvajados, não sendo transmissível a humanos, e produz grandes perdas produtivas e econômicas aos produtores. Os principais sintomas nos animais são febre alta, lesões avermelhadas na pele, conjuntivite, falta de apetite, fraqueza, diarreia e aborto.

Além de Alagoas, outros 10 estados brasileiros fazem parte da zona não livre da doença: Amapá, Amazonas, Ceará, Maranhão, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Roraima. 

O uso da vacina contra Peste Suína Clássica na zona não livre da doença foi autorizado pela Instrução Normativa nº 10/2020. “Estamos buscando soluções para os estados onde ainda ocorrem focos de PSC no Brasil e, para isso, é muito importante continuarmos com essa união e parceria do governo federal, estados e iniciativa privada na sequência ao plano muito ambicioso que se estenderá para os demais estados da zona não livre”, ressalta o secretário de Defesa Agropecuária, José Guilherme Leal. 

O avanço no controle e na erradicação da PSC nessas zonas possibilitará o fortalecimento das capacidades do Serviço Veterinário Oficial (SVO) em desenvolver outros programas sanitários e a vigilância das doenças animais, assim como de proteger a atual Zona Livre e as exportações brasileiras de produtos suínos.  

Zonas Livres no Brasil 

As zonas livre de PSC do Brasil são reconhecidas pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) e a vacinação é proibida. 

A zona livre concentra mais de 95% de toda a indústria suinícola brasileira. Toda a exportação brasileira de suínos e seus produtos são oriundas da zona livre, que incorpora 15 estados brasileiros e o Distrito Federal (RS, SC, PR, MG, SP, MS, MT, GO, DF, RJ, ES, BA, SE, TO, RO e AC) e não registra ocorrência da doença de PSC desde janeiro de 1998. 

Os limites entre as zonas livre e não livre de PSC são protegidos por barreiras naturais e postos de ?scalização, onde procedimentos de vigilância e mitigação de risco para evitar a introdução da doença são adotados continuamente. 

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    Campinas (SP)
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    R$ 130,01
    kg
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    Grande São Paulo (SP)
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    Grande São Paulo (SP)
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