País ainda precisa se manter vigilante sobre a propagação da doença animal fatal
Oferta de carne suína na Coreia do Sul deve permanecer estável, mesmo com surto de PSA

A Coreia do Sul deve manter um fornecimento estável de produtos suínos, apesar do último surto de peste suína africana (PSA) em uma fazenda local, disseram autoridades, embora o país ainda precise se manter vigilante sobre a propagação da doença animal fatal.
O número combinado de porcos domésticos nas fazendas locais foi estimado em 11,1 milhões de unidades no final de junho, um aumento de 0,6 por cento no ano, de acordo com os dados compilados pelo Ministério da Agricultura, Alimentação e Assuntos Rurais.
A Coreia do Sul relatou seu primeiro caso de PSA em três meses na província de Gangwon. As autoridades decidiram sacrificar cerca de 2.400 suínos na fazenda como medida preventiva.
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O ministério disse que também está realizando testes em fazendas localizadas em um raio de 10 quilômetros da área infectada. Em todas as fazendas investigadas até o momento não foram detectados casos de PSA, com previsão de conclusão do processo até o final desta semana.
As autoridades emitiram uma ordem de paralisação em todas as fazendas de suínos nas províncias de Gangwon e Gyeonggi, em vigor até o início da terça-feira.
A PSA não afeta humanos, mas é mortal para suínos. Atualmente não há vacina ou cura para a doença.
A Coreia do Sul tem alertado sobre possíveis surtos de FAS em fazendas locais, já que os javalis nascidos na primavera expandiram suas atividades para uma área mais ampla.





















