Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 67,35 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,31 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 154,75 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,46 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,55 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,67 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,72 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,73 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,38 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 144,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 152,36 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 163,60 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 132,26 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 145,83 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,38 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,39 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.562,68 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.468,08 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,63 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 136,46 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Por que matérias-primas alternativas para rações devem retornar à agenda da pesquisa em nutrição animal no Brasil?

Com valor nutricional complementar ao milho e ao farelo de soja, os cereais de inverno constituem-se em opção para inclusão nas dietas, podendo suprir parte significativa da demanda de grãos dos suínos e das aves

Por que matérias-primas alternativas para rações devem retornar à agenda da pesquisa em nutrição animal no Brasil?

A produção de suínos e aves no Brasil tem no milho e no farelo de soja os principais ingredientes para as rações, os quais juntos representam mais de 90% do volume total das rações produzidas para estas duas espécies.

No início da produção integrada de frangos e suínos, a região Sul, ainda hoje maior expoente, era a grande produtora de grãos do Brasil. Entretanto, ao longo dos anos esta situação foi se alterado e, segundo Santos Filho et al. (1999), o Estado de Santa Catarina, ao final da década de 1990, já apresentava déficit anual de 500 mil toneladas no seu suprimento de milho. Devido a expansão da produção de suínos, frangos e leite este déficit passou a ser de aproximadamente cinco milhões de toneladas na média dos últimos anos. Por outro lado, o Rio Grande do Sul, que nos anos 1990 era superavitário na produção de milho, atualmente tem um déficit que flutua entre 500 mil toneladas e dois milhões de toneladas, com previsão de que em 2020 atinja déficit superior a três milhões de toneladas.

Confira a matéria completa na edição 296 da Revista Suinocultura Industrial

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