Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,94 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,61 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,99 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,16 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,02 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,45 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,52 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,53 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,20 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 140,88 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 153,04 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 152,41 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 133,95 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,00 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,34 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,35 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.453,63 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.355,88 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 168,21 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 134,14 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 152,75 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 161,54 / cx
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Economia

Com ou sem choque da Selic, poucos escapam do crédito rural a juros de mercado

Quem não se capitalizou, não tem como escapar de pagar mais caro por crédito rural privado, diz Antônio da Luz, da Farsul

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Com ou sem choque da Selic, poucos escapam do crédito rural a juros de mercado

Com choque (de 1,5 a 2 pontos percentuais) ou sem choque (1 pp) no aumento da taxa de juros, que será conhecida amanhã ao término da reunião do Copom, não haverá prejuízo para a busca de crédito a juros livres na seara do agronegócio.

Especialmente para a rubrica “investimento”, o dinheiro a juros controlados, do Plano Safra, não dá para todos, de modo que não será descontinuada a busca por recursos a juros mais caros, balizados pela Selic (agora em 6,25%).

Nesse cenário, se identifica uma quantidade muito grande de produtores que “apostaram em crescimento sem fortalecimento do caixa, não se capitalizaram durante o ciclo virtuoso, e vão ter que demandar crédito a juros mais altos”.

Em linha com o dito acima por Antônio da Luz, economista-chefe da Federação da Agricultura do Rio Grande do Sul (Farsul), o consultor de agronegócio do banco cooperativo Bancoob, Gustavo Soares, já enxerga escassez de recursos controlados, de modo que o espaço para o sistema financeiro privado ofertar mais dinheiro está garantido.

Uma característica mais notada por da Luz é que os tomadores procuram fazer um mix entre o que o mercado financeiro oferece de recursos próprios e o que repassa do crédito oficial.

O que também é notado no Bancoob (sistema Sicoob), tanto porque a demanda por crédito supera o disponível controlado, como também por certos limites por tomador durante o ano-safra.

Na instituição e em suas similares no Brasil, de julho a setembro o crédito rural representou 63,6% dos empréstimos, enquanto o recurso próprio foi de 36,4%. Na safra passada, no mesmo período, o crédito livre estava um pouco acima, 39,5%, destacou o Gustavo Soares, o executivo da instituição.

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