Por Martin Bijsterveld, empresário e diretor comercial da MS Schippers Brasil
Os sinais estão no verde para a Suinocultura brasileira?

Considerando o aumento da população mundial e seu caminho para a prosperidade, já é esperado que a participação da carne na dieta humana seja cada vez maior (especialmente em países emergentes). Uma outra tendência é o aumento da participação da carne suína na alimentação em detrimento à carne bovina, o que para nós favorece o consumo e demanda internos.
Quando olhamos para essas projeções, não é difícil imaginar que 2022 seja um ano onde o consumo de proteína animal continua crescendo, e com ele a pressão para produzirmos mais e melhor, isto é, com mais eficiência.
Na Europa, o cenário é um pouco diferente do nosso, principalmente devido às exportações reduzidas para a China. Devido à forte preocupação com a PSA, muitos canais comerciais estão saturados, a oferta de produtos é maior que a demanda, e esse cenário (sem previsão de mudanças) pressiona os preços por lá.
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Mais boas notícias? Com as novas oportunidades de abertura de cotas para exportação, habilmente conquistadas pelo Brasil, temos potencial para alimentar cada vez mais pessoas e países, e para isso precisaremos produzir! Podemos dizer que sim, os sinais estão no verde para o Brasil, no entanto a tendência é que as granjas se tornem cada vez maiores e mais tecnificadas, portanto, o desafio de biosseguridade precisa ser levado cada vez mais a sério.























