Cotações de milho e soja também subiram
Cotações de grãos sobem em Chicago com tensões na fronteira entre Rússia e Ucrânia

A escalada das tensões na fronteira entre Rússia e Ucrânia continuou oferecendo suporte consistente ao trigo negociado na bolsa de Chicago nesta quarta-feira. Os dois países são grandes fornecedores mundiais do cereal, e qualquer conflito entre os dois pode gerar consequências na oferta.
Nesse contexto, o contrato com entrega para março, o mais negociado, avançou 3,58% (27,50 centavos de dólar), a US$ 7,9650 o bushel. A posição seguinte, maio, teve alta de 3,73% (28,75 centavos de dólar), a US$ 7,990 o bushel.
Com as negociações travadas entre Estados Unidos e Rússia, o governo americano alertou na terça-feira que um ataque russo aos ucranianos poderia ocorrer “a qualquer momento”. Enquanto isso, o governo Putin segue aumentando sua presença militar na região fronteiriça.
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Segundo agências internacionais, a Rússia tem mostrado insatisfação com o avanço do ocidente sobre seus vizinhos, e usa o imbróglio com a Ucrânia para passar um recado a outras nações e reafirmar sua soberania na região que engloba os países da antiga União Soviética.
“Qualquer invasão de tropas russas na Ucrânia elevaria drasticamente os preços mundiais dos grãos”, reforçou a AgResource. “Qualquer conflito desta ordem poderá gerar sanções econômicas às exportações agrícolas russas”, completou a consultoria.
O “The Wall Street Journal” informou nesta quarta-feira que o governo Biden aprovou US$ 200 milhões em nova assistência militar defensiva à Ucrânia, embora os EUA também tenham dito que não fornecerão força militar direta no caso de um ataque russo.
“Qualquer invasão de tropas russas na Ucrânia elevaria drasticamente os preços mundiais dos grãos”, reforçou a AgResource. “Qualquer conflito desta ordem poderá gerar sanções econômicas às exportações agrícolas russas”, completou a consultoria.
O “The Wall Street Journal” informou nesta quarta-feira que o governo Biden aprovou US$ 200 milhões em nova assistência militar defensiva à Ucrânia, embora os EUA também tenham dito que não fornecerão força militar direta no caso de um ataque russo.
























