Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,23 / kg
Soja - Indicador PR R$ 151,31 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 159,44 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,31 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,02 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,49 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,57 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,54 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,20 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 140,88 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 153,13 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 151,91 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 133,95 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,11 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,32 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,29 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.456,41 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.349,04 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 168,81 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 135,09 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 150,93 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,72 / cx
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Conteúdo Técnico

Como os tipos de gordura e carboidrato presentes na dieta dos suínos influenciam a qualidade da carne

Os aspectos de qualidade tecnológica e sensorial da carne suína estão relacionados com o rendimento industrial e qualidade dos produtos processados e com a aceitação dos produtos pelos consumidores

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Como os tipos de gordura e carboidrato presentes na dieta dos suínos influenciam a qualidade da carne

Os aspectos de qualidade tecnológica e sensorial da carne suína são de grande importância econômica para a agroindústria, pois estão relacionados com o rendimento industrial e qualidade dos produtos processados e com a aceitação dos produtos pelos consumidores, especialmente aqueles comercializados frescos ou com processamento mínimo.

Na categoria de qualidade tecnológica, o pH é um dos indicadores mais importantes devido a sua influência sobre os atributos de qualidade da carne, especialmente a perda de fluidos e a cor (Allison et al., 2003).

Entre os fatores de maior importância na definição do pH inicial da carne estão o tempo de espera até o início da glicólise e a velocidade com que esse processo se desenrola na primeira hora post mortem.

Com relação ao pH final, o conteúdo de glicogênio muscular desempenha papel importante na extensão da queda do pH, embora outros fatores ligados ao tipo de fibras musculares predominantes, à capacidade das enzimas envolvidas na glicólise de atuar em baixo pH e à capacidade tamponante dos tecidos também sejam relevantes.

O catabolismo do glicogênio e dos intermediários glicolíticos no músculo no período post mortem continua pela via anaeróbica, gerando como produtos finais lactato e NAD+ (Garrett; Grisham, 1999).

Os íons H+ produzidos nesta rota metabólica, somados aos produzidos na hidrólise do ATP (e não reutilizados pelo fato desse processo não estar acoplado à fosforilação oxidativa) irão causar a queda do pH da carne, mesmo processo que ocorre no metabolismo anaeróbico muscular in vivo e que pode resultar em acidose metabólica (Hochachka; Mommsen, 1983).

Uma elevada taxa de glicólise na primeira hora post mortem resulta em baixo pH inicial, sendo este fenômeno associado a inúmeros fatores, tais como reduzidas reservas de ATP e de creatina fosfato no músculo no momento do abate (Henckel et al., 2002) em consequência de imposição de manejo estressante imediatamente antes do abate, redução da proporção de fibras musculares oxidativas e aumento da proporção de fibras intermediárias glicolíticas (Joo et al., 2013) e mutações genéticas relacionados à contração muscular, catabolismo do glicogênio e metabolismo da glicose (Scheffler et al., 2014).

Confira a matéria completa na edição 304 da revista Suinocultura Industrial

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