Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,82 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,07 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,65 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 8,12 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,32 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,52 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,72 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,85 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,84 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 132,33 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,85 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 146,96 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 123,67 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 137,16 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,32 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,35 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.533,55 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.418,34 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 153,67 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 129,07 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 140,69 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 154,50 / cx
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Conteúdo Técnico

Como otimizar a eficiência alimentar dos suínos na reprodução

Reforçar a gestão do manejo alimentar das fêmeas suínas na fase de reprodução tem se mostrado um recurso estratégico

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Como otimizar a eficiência alimentar dos suínos na reprodução

A forte pressão dos custos de produção na suinocultura, gerado pelas altas nos preços do milho e da soja, tem obrigado o produtor a intensificar seus esforços para ampliar a eficiência em todas as frentes de seu sistema produtivo. Reforçar a gestão do manejo alimentar das fêmeas suínas na fase de reprodução tem se mostrado um recurso estratégico, pois permite não apenas reduzir desperdícios no fornecimento de ração, mas, principalmente, melhorar a conversão alimentar do rebanho reprodutivo, maximizando a produtividade e os resultados econômicos da unidade de produção. Confira, a seguir, recomendações técnicas para otimizar a eficiência alimentar das fêmeas suínas na fase de reprodução.

Redobre os cuidados com o manejo alimentar

O primeiro ponto é assegurar um bom manejo alimentar às fêmeas suínas. O sistema de arraçoamento deve estar disposto e ajustado para garantir que os animais tenham acesso adequado à água e a ração. Para isso, é necessário realizar a regulagem e a manutenção preventiva dos equipamentos. É importante também que os colaboradores estejam treinados para evitar falta de alimento e/ ou interrupções no seu fornecimento. A regra para o ajuste dos drops e bebedouros deve ser “todo dia, toda baia, todo equipamento”. Um sistema de alimentação bem regulado e em perfeito funcionamento não apenas evita desperdício, como potencializa o aproveitamento da ração pelos animais, maximizando o desempenho reprodutivo das fêmeas suínas.

Explore o potencial genético das fêmeas

Os avanços do melhoramento genético têm dado origem a fêmeas cada vez mais precoces, com alta eficiência alimentar e velocidade de crescimento, que promovem a redução nos custos de produção da granja, através de um menor consumo de ração por ano. Um dos atributos dos genótipos modernos a ser explorado é a precocidade reprodutiva. Hoje as leitoas podem ser inseminadas com 200 dias de idade e não mais com 230 dias, prática usual nas granjas. A adoção desse manejo beneficia todo o resultado econômico da unidade de produção. A economia obtida com o consumo de ração nesses 30 dias é expressiva. Senão, vejamos: ao considerarmos R$ 2,00 como custo médio atual do kg da ração e uma produção média de 60 leitões por vida útil da fêmea suína, a leitoa inseminada aos 230 dias teria um custo adicional de ração de R$ 180,00* – ou R$ 3,00 a mais por leitão produzido – quando comparado ao custo de leitoas inseminadas aos 200 dias de idade. 

Leia a matéria completa na edição 305 da revista Suinocultura Industrial

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