O microbioma intestinal é constituído por uma imensa quantidade de bactérias, tanto benéficas como potencialmente patogênicas e, por isso, para manter a saúde o organismo precisa manter o equilíbrio, ou seja, a homeostase
Relação intestino-cérebro: como o microbioma intestinal pode influenciar na fisiologia dos suínos

O intestino é a principal superfície de contato do organismo com o meio ambiente, além de ser a primeira linha de defesa contra microrganismos. Assim, possui grande importância tanto para o sistema imunológico dos suínos com para a digestão e absorção de nutrientes.
O microbioma intestinal é constituído por uma imensa quantidade de bactérias, tanto benéficas como potencialmente patogênicas e, por isso, para manter a saúde o organismo precisa manter o equilíbrio, ou seja, a homeostase.
O Sistema Nervoso Central (SNC) em conjunto com o Sistema Nervoso Entérico (SNE) atuam em vários processos fisiológicos, sendo vitais para o organismo.
Leia também no Agrimídia:
- •Alibem exporta carne suína para mais de 40 países e comercializa 160 mil toneladas por ano
- •Perfil do consumidor brasileiro muda em 2026 e exige novas estratégias do varejo
- •Europa conscientiza população e produtores: workshops gratuitos para prevenção da Peste Suína Africana
- •Vendas de carne nos EUA atingem recorde histórico de US$ 112 bilhões impulsionadas pelas gerações Millennials e Z
Em conjunto eles formam o chamado eixo intestino-cérebro (Gut-Brain Axis, do inglês). O microbioma intestinal influencia esse sistema e controla grande parte da comunicação entre o SNC e o SNE através de metabolitos da microbiota intestinal e por meio de neurotransmissores.
Esta conexão auxilia tanto no sistema imunológico, como também na digestão e absorção de nutrientes, influenciando na produtividade dos suínos, além de atuar no bem-estar.
Leia o artigo completo na edição 307 da Suinocultura Industrial





















