Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 68,53 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 154,10 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 159,94 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 8,36 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,88 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,18 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,47 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,36 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,33 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 140,65 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 143,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 150,64 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 162,44 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 131,75 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 143,95 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,33 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,34 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.553,71 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.454,52 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 154,26 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 135,30 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,12 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 161,54 / cx
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Inovação

Transmissão de energia solar do espaço será testada

Apesar de não haver riscos em termos de radiação ionizante, as micro-ondas geram um calor que deverá ser bem direcionado, para não interferir com satélites, aviação e pessoas

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Transmissão de energia solar do espaço será testada

A construção do pequeno protótipo que irá ao espaço exigiu dos membro do projeto obter inovações significativas em três áreas.

A primeira envolveu a construção de células fotovoltaicas ultraleves de alta eficiência, otimizadas para as condições do espaço e compatíveis com um sistema modular integrado de conversão e transmissão de energia.

A segunda consistiu na construção de estruturas dobráveis, ultrafinas e ultraleves, que possam ser empacotadas para serem enviadas ao espaço e se desdobrarem após o lançamento. Esse suporte também precisa conter os componentes necessários para converter, transmitir e direcionar a energia de radiofrequência para o solo.

Finalmente, a equipe desenvolveu a tecnologia leve e de baixo custo necessária para converter a eletricidade de corrente contínua em energia de radiofrequência e enviá-la para o solo na forma de micro-ondas.

Os pesquisadores garantem que processo é seguro porque se trata de radiação não-ionizante. Como, ainda assim, existem cuidados a serem tomados, o sistema pode ser desligado rapidamente em caso de danos ou mau funcionamento.

“Este conceito foi, no passado, verdadeiramente ficção científica. O que nos possibilitou considerar levá-lo do reino da ficção científica para o reino da realidade foi a combinação de desenvolvimentos que estão acontecendo em fotovoltaica, em estruturas e em transferência de energia sem fio. Percebemos que agora podemos buscar a energia solar espacial de uma maneira que está se tornando prática e econômica,” concluiu Hajimiri.

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