Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 70,23 / kg
Soja - Indicador PRR$ 121,22 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 128,21 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 10,21 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,76 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,69 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,51 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,74 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 178,33 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 186,47 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 201,13 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 210,75 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 168,74 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 195,04 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,06 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,10 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.203,09 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.085,53 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 201,03 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 178,26 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 158,13 / cx
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Grãos

Produtores reduzem vendas de soja à espera do La Niña

As vendas antecipadas da próxima safra de soja estão praticamente paradas à espera de cotações mais altas

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Produtores reduzem vendas de soja à espera do La Niña

Agricultores no Brasil, maior exportador de soja do mundo, apostam no fenômeno climático La Niña para aumentar os ganhos.

As vendas antecipadas da próxima safra de soja estão praticamente paradas à espera de cotações mais altas, de acordo com Luiz Fernando Roque, analista da consultoria Safras & Mercado.

A aposta é a de que um terceiro ano consecutivo de La Niña pode causar perdas devido no sul do Brasil e na Argentina, o que elevaria os preços futuros.

O La Niña normalmente provoca tempo mais seco que o normal nessas regiões.

A estratégia não está isenta de riscos: uma supersafra e falta de espaço para armazenamento podem favorecer compradores, o que prejudicaria agricultores e derrubaria os preços globais da oleaginosa, usada em produtos como óleo de cozinha, ração e biocombustíveis.

Após safras lucrativas, os produtores estão mais capitalizados este ano e não precisam ter pressa em vender soja antecipadamente para financiar o plantio. Há poucos incentivos para vender agora, pois os preços no mercado à vista estão acima dos contratos futuros.

Além disso, problemas climáticos e volatilidade no câmbio em anos anteriores acabaram elevando o preço dos grãos justamente na época de colheita, quando boa parte de suas produções já estava vendida.

Mas a baixa capacidade de armazenamento no país pode obrigar agricultores a vender grandes volumes de soja ao mesmo tempo quando o ritmo da colheita aumentar, levando à queda dos preços.

Ao contrário dos EUA, onde a maioria dos produtores possui silos, a maioria dos pequenos e médios agricultores brasileiros colhem e entregam os grãos imediatamente, porque não têm armazenamento próprio.

Isso significa que precisam ter grande parte da produção vendida na colheita. Se os volumes forem grandes, essas vendas podem pressionar os preços e favorecer gigantes como Bunge, Cargill e Archer-Daniels-Midland, com forte presença no Brasil.

A ADM disse nesta semana que produtores de soja brasileiros venderam 19% da produção esperada para esta temporada, abaixo dos 28% da safra anterior e inferior à média de cinco anos. Os números estão em linha com as estimativas da Safras & Mercado, que aponta 19% das vendas fechadas, bem abaixo de 30% nas últimas cinco safras.

O Brasil produz mais grãos do que pode armazenar. O país deve colher 152 milhões de toneladas de soja e 126 milhões de toneladas de milho no próximo ano, segundo estimativas do Departamento de Agricultura dos EUA.

O Brasil tem capacidade de armazenamento de grãos de 181 milhões de toneladas, com capacidade de apenas 27,6 milhões de toneladas nas fazendas.

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