Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 67,35 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,31 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 154,75 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,46 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,55 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,67 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,72 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,73 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,38 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 144,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 152,36 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 163,60 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 132,26 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 145,83 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,38 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,39 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.562,68 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.468,08 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,63 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 136,46 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Pesca Artesanal

Governo lança selo de origem para valorizar pescado artesanal e abrir novos mercados

Governo institui selo de origem para pescado artesanal, garantindo rastreabilidade e valor ao trabalho de pescadores familiares

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Governo lança selo de origem para valorizar pescado artesanal e abrir novos mercados

A pesca artesanal brasileira acaba de ganhar um instrumento oficial de diferenciação no mercado. O governo federal, por meio de uma parceria entre o Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) e o Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), publicou ontem (29) a Portaria Interministerial nº 14, instituindo o Selo Pesca Artesanal do Brasil – Identificação de Origem. A iniciativa visa conferir identidade ao produto pescado por comunidades tradicionais e pescadores familiares, permitindo que o consumidor rastreie a procedência e que o produtor acesse nichos de mercado mais valorizados.

O novo selo funciona como um certificado de garantia: atesta que aquele peixe, camarão ou lagosta foi capturado de forma artesanal, respeitando critérios sociais e ambientais. Para obter a certificação, o profissional deve estar inscrito no Cadastro da Agricultura Familiar (CAF) e possuir o Registro Geral da Atividade Pesqueira (RGP) ativo. Associações e cooperativas também podem solicitar o selo, desde que pelo menos 50% de sua diretoria cumpra os requisitos legais. A medida integra o pescado à Lei da Agricultura Familiar, facilitando o acesso a crédito e políticas públicas.

Segundo Ernando Pinto, coordenador-geral da SETEQ/MDA, a novidade será um “divisor de águas”. Além de agregar valor financeiro ao produto, tirando-o da vala comum das commodities pesqueiras, o selo empodera organizações coletivas e mulheres pescadoras, garantindo entrada preferencial em compras institucionais e mercados que exigem rastreabilidade. A solicitação do selo já pode ser feita digitalmente através da plataforma “Vitrine da Agricultura Familiar”, vinculada à emissão do Selo Nacional da Agricultura Familiar (Senaf).

RefeRência: GOV

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