Conferência abordará temas como mudança de clima, mercado internacional para esses combustíveis, segurança energética, pesquisa e desenvolvimento.
Brasil terá contribuição fundamental na formação de mercado mundial de etanol
Redação (18/11/2008)- “O desenvolvimento de um mercado mundial de biocombustíveis significa, para o Brasil, muito mais que produzir e vender. É desejável que outros países também iniciem sua produção e a transferência da tecnologia nacional pode ser uma forma de favorecer esse mercado, principalmente, para países em desenvolvimento”. A posição é do secretário de Produção e Agroenergia do Ministério da Agricultura, Manoel Bertone, que participa da Conferência Internacional de Biocombustíveis em São Paulo.
Bertone afirmou que a conferência é um momento favorável para reforçar o biocombustível como uma alternativa interessante de renda sustentável para países em desenvolvimento.
Durante a 1ª sessão plenária do evento, que discute a relação entre biocombustíveis e segurança energética, o especialista americano em energia e alimentos, Paul Roberts, disse que é preciso pensar em um mundo sem petróleo por causa das limitações de fontes, dos custos e do impacto ambiental. “Nem todas as alternativas disponíveis são ambientalmente vantajosas e, nesta transição, o Brasil tem muito a contribuir com sua experiência na produção de etanol de cana-de-açúcar”, completou. A sessão segue até o fim da tarde.
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Até a próxima sexta-feira, a Conferência Internacional sobre Biocombustíveis: os biocombustíveis como vetor de desenvolvimento sustentável, abordará temas como mudança de clima, mercado internacional para esses combustíveis, segurança energética, pesquisa e desenvolvimento. Nos dias 20 e 21, haverá reuniões de alto nível com ministros e organismos internacionais dos quase 50 países participantes, ocasião que terá a presença do ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes.






















