Entidade parece reconhecer que a produção de biocombustíveis pode não afetar a segurança alimentar.
FAO sinaliza apoio à bionergia
Em sinal de reconhecimento de que a produção de biocombustíveis pode não afetar a segurança alimentar, a FAO (Agência das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação) está promovendo uma nova metodologia para ajudar os governos a avaliar os prós e os contras de se investir no segmento.
Batizada de “Quadro Analítico de Bioenergia e Segurança Alimentar (BEFS)”, a metodologia foi criada para ajudar nas políticas públicas que buscam avaliar o potencial da bioenergia assim como seu possível impacto na segurança alimentar. Em comunicado, a agência também cita o Brasil como exemplo de país que produz bioenergia para atender suas necessidades. “O Brasil abastece cerca de 1 milhão de veículos com o biocombustível feito de cana-de-açúcar”, afirma a FAO no comunicado.
“Feito corretamente e quando apropriado, o desenvolvimento da bioenergia oferece a chance de dirigir investimentos e trabalho para as áreas que literalmente necessitam desse tipo de política”, disse Heiner Thofern, coordenador do projeto da FAO.
Leia também no Agrimídia:
- •Suinocultura em Mato Grosso do Sul cresce 50% e recebe mais de R$ 300 milhões em incentivos
- •Avicultura de Mato Grosso do Sul cresce em 2026 e abate de frangos avança 6,97%
- •Conflito na fronteira Rússia-Ucrânia impacta suinocultura e reduz produção
- •Avanço científico: vacina contra Influenza aviária entra em fase final de testes em humanos




















