Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 65,59 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 147,98 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 154,15 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,99 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,63 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,95 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,89 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,82 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,75 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,38 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 143,61 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 152,24 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 159,48 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 132,32 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 145,00 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,39 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,41 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.561,58 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.472,69 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 157,24 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 136,70 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 144,93 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 154,91 / cx
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Produção em Moçambique

Agricultores analisam proposta de adquirir terras para produção em Moçambique. Grupo do Centro-Oeste visita o país em setembro com a intenção de conhecer a infraestrutura existente.

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Produção em Moçambique

O agricultor Ricardo Tomczik investe em algodão e soja na região norte de Mato Grosso. Ele faz parte da comitiva que conhecerá as terras em Moçambique no próximo mês. A notícia da venda de áreas por preços atrativos tem chamado a atenção. “É uma concessão por 50 anos, renovável por mais 50 anos, aparentemente a R$ 21 de custo o hectare por ano. Isso chama bastante a atenção”, avalia.

O solo e o clima de Moçambique são parecidos com os do cerrado mato-grossense, mas é necessário conhecer também a infraestrutura do país, os portos, estradas, armazéns e transportes de um modo geral.

Os produtores terão benefícios fiscais, poderão levar mão-de-obra especializada do Brasil, mas também terão que contratar trabalhadores locais. A previsão do governo de Moçambique é que as propriedades estejam produzindo em três anos.

O embaixador de Moçambique no Brasil, Murade Murargy, explica que os brasileiros poderão ocupar seis milhões de hectares nas províncias de Niassa, Cabo Delgado, Nampula e Zambézia no Norte do país, onde as características da região se assemelham ao cerrado brasileiro. Eles farão parte do programa Pró-Savana.
Segundo Murade, o que se espera com o programa é o aumento da produtividade agrícola, principalmente das grandes produções que são idênticas no Brasil, como o arroz, o milho, o algodão, a soja e a mandioca.

Confira o vídeo com a entrevista completa e saiba como vai funcionar a concessão de terras e como é a infraestrutura local.

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