Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,74 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,50 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,93 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 8,05 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,20 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,46 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,63 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,85 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,75 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 132,33 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 143,81 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 146,96 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 123,67 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 137,16 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,32 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,35 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.535,23 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.419,47 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 153,67 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 129,07 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 140,69 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 154,50 / cx
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Mercado Externo

Exportações do agronegócio paulista crescem e saldo setorial já supera US$ 10 bi em 2016

O déficit da balança comercial foi de US$ 4,19 bilhões, 73% menor do que nos nove primeiros meses de 2015, quando a diferença entre as importações e exportações paulistas foi de US$15,81 bilhões.

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Exportações do agronegócio paulista crescem e saldo setorial já supera US$ 10 bi em 2016

O Estado de São Paulo exportou, de janeiro a setembro de 2016, US$34,47 bilhões, 2,3% mais do que no mesmo período em 2015, e importou US$ 38,66 bilhões,21,9% a menos do que nos nove primeiros meses do ano anterior, informou a Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, por meio do seu Instituto de Economia Agrícola (IEA). Assim, o déficit da balança comercial foi de US$ 4,19 bilhões, 73% menor do que nos nove primeiros meses de 2015, quando a diferença entre as importações e exportações paulistas foi de US$15,81 bilhões.

De acordo com o pesquisador da Secretaria que atua no IEA José Roberto Vicente, as exportações no agronegócio atingiram US$13,75 bilhões, um crescimento de 17,5%, enquanto as importações setoriais tiveram queda de 14,8%, somando US$3,34 bilhões, o que resultou em um superávit de US$10,41 bilhões. “Em comparação aos nove primeiros meses de 2015, o desempenho representou um aumento de 33,8% no saldo comercial do agronegócio”, afirmou.

“As importações paulistas nos demais setores somaram US$35,32 bilhões e as exportações US$20,72 bilhões, gerando um déficit comercial desse agregado de US$14,60 bilhões de janeiro a setembro de 2016. Portanto, o comércio exterior paulista seria muito mais deficitário não fosse o desempenho do agronegócio estadual”, concluiu o pesquisador.

Exportações

O levantamento do IEA mostra que o grupo dos pescados liderou o crescimento das exportações do agronegócio paulista – 490,30% em relação ao ano passado – totalizando US$ 7,91 milhões de janeiro a setembro de 2016; em seguida, estão os produtos do complexo sucroalcooleiro (US$ 5,82 bilhões, principal grupo de produtos exportados pelo agronegócio estadual) e os animais vivos (US$ 65,72 milhões), que registraram aumentos de 54,20% e 55,07% em relação aos nove primeiros meses do ano passado.

Por outro lado, houve redução de 28,1% nas exportações de produtos lácteos, seguida pelos couros, produtos de couro e peleteria (-18,5%) e café (-17,7%).

“Com isso, a participação das exportações do agronegócio paulista no total do Estado aumentou 5,2 pontos percentuais e a participação das importações cresceu 0,7 ponto percentual, na comparação dos primeiros nove meses de 2015 e 2016”, observou o pesquisador.

O levantamento completo do IEA está disponível neste link.

“O acompanhamento das exportações e importações realizado pelo IEA tem comprovado, mensalmente, que o agronegócio paulista tem contribuído de forma muito expressiva para amenizar o déficit da balança comercial e, nos últimos três anos, conforme afirma o governador Geraldo Alckmin, tem ajudado a ‘salvar a lavoura’”, afirmou o secretário de Agricultura e Abastecimento, Arnaldo Jardim. “Ao mesmo tempo, o conhecimento gerado pela pesquisa possibilita aos produtores definir estratégias para que o segmento continue se desenvolvendo e seja um dos pilares da retomada econômica do Brasil”, disse.

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