Esta ferramenta tem sido cada vez mais explorada pelas empresas não somente para assegurar a qualidade dos produtos, mas também no seu desenvolvimento e na investigação das preferências e das percepções dos consumidores
Análise sensorial muito além da qualidade: dicas básicas para implementar na indústria alimentícia

Por Suzana Klein & Equipe de Sensorial Science da Duas Rodas
Instigadas pela crescente busca dos consumidores por novas experiências, pela entrega perfeita de sabor sem abrir mão da qualidade dos produtos, as indústrias de alimentos e bebidas estão apostando em uma ferramenta que tem se tornado bem estratégica para os negócios: a análise sensorial. Afinal, os alimentos, muito além da função nutricional, despertam sensações prazerosas e de bem-estar. E é preciso considerar também o atual momento no qual o consumidor aprendeu a racionalizar a compra, está aberto a outras marcas e valoriza cada vez mais o custo-benefício.
Leia também no Agrimídia:
- •Poder de compra do avicultor em São Paulo reage em abril após queda no milho e farelo de soja
- •Vigilância sanitária comprova ausência de Influenza Aviária e Newcastle no Tocantins
- •Argentina é declarada livre de Influenza Aviária H5N1 após controle de foco
- •Doença de Newcastle avança sobre frangos de corte na Espanha e Polônia e acende alerta sanitário
Disciplina da Ciência, a análise sensorial tem evoluído a passos largos nas últimas décadas como instrumento valioso não só na qualidade do produto, mas também no seu processo de desenvolvimento e definição de aceitabilidade, pela investigação minuciosa das preferências e das percepções do consumidor em relação ao produto, através da análise dos sentidos.
Confira o conteúdo completo na edição 1307 da Revista Avicultura Industrial.





















