IBGE destacou que esse resultado marcou o melhor desempenho já registrado no segundo trimestre desde o início da série histórica da pesquisa em 1997
Abate de frangos cresce 4,7% no 2º trimestre de 2023

Segundo os dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nas Pesquisas Trimestrais do Abate de Animais, do Leite, do Couro e da Produção de Ovos de Galinha, o Brasil registrou o abate de 1,56 bilhão de frangos no segundo trimestre de 2023, representando um aumento significativo de 4,7% em comparação com o mesmo período de 2022.
Entretanto, em relação ao primeiro trimestre de 2023, houve uma leve queda de 3,2%. O IBGE destacou que esse resultado marcou o melhor desempenho já registrado no segundo trimestre desde o início da série histórica da pesquisa em 1997, com recordes atingidos nos meses de maio e junho.
O aumento do abate de 70,03 milhões de cabeças de frango no segundo trimestre de 2023 em relação ao mesmo período do ano anterior foi impulsionado por incrementos observados em 17 das 25 Unidades da Federação que participaram da pesquisa. Os estados que lideraram esse crescimento foram o Paraná (+29,01 milhões de cabeças), Goiás (+15,29 milhões de cabeças), São Paulo (+11,71 milhões de cabeças), Santa Catarina (+6,29 milhões de cabeças), Rio Grande do Sul (+3,88 milhões de cabeças), Minas Gerais (+3,72 milhões de cabeças) e Mato Grosso (+2,15 milhões de cabeças). Em contrapartida, houve reduções notáveis em Mato Grosso do Sul (-2,01 milhões de cabeças) e Bahia (-1,47 milhões de cabeças).
Leia também no Agrimídia:
- •Avicultura e Exportação: influenza aviária redefine comércio global de frango nos EUA sem colapso dos mercados
- •Avicultura brasileira ganha espaço em negociações com Bangladesh e mira novo mercado internacional
- •Bahia aposta em articulação entre governo e setor produtivo para destravar avanços na avicultura
- •USDA revisa projeções globais de carnes para 2026 com avanço do frango, ajustes no comércio e papel central da China
O Paraná manteve sua liderança no abate de frangos, representando 34,2% da participação nacional, seguido por Santa Catarina (13,0%) e Rio Grande do Sul (12,9%).





















