Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,29 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,18 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,89 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,86 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,26 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,59 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,71 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,69 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 133,21 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 148,24 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 149,07 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 124,52 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 137,52 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.510,24 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.400,50 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 156,97 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 127,22 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 141,41 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 154,50 / cx
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BEM-ESTAR ANIMAL

Especialistas reforçam importância de avaliar a eficácia dos enriquecimentos nos aviários

A eficácia dos enriquecimentos nos aviários é um tema debatido por especialistas. Conheça suas perspectivas sobre o bem-estar das aves

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Especialistas reforçam importância de avaliar a eficácia dos enriquecimentos nos aviários

Iniciativas de enriquecimento ambiental em galpões avícolas têm ganhado espaço como forma de melhorar a qualidade de vida e o bem-estar das aves, mas, segundo especialistas, é fundamental compreender o que realmente constitui um enriquecimento eficaz.

Durante o Simpósio CFAW 2025, promovido pela Divisão de Agricultura da Universidade do Arkansas, em 2 de outubro, a veterinária Kate Barger, consultora principal da KB Welfare Consulting, destacou que o sucesso dessas práticas depende de uma análise criteriosa do comportamento e das necessidades biológicas das galinhas.

“Precisamos considerar a biologia e a fisiologia da ave, sua conformação, idade e segurança”, explicou Barger. “Antes de introduzir um enriquecimento, devemos perguntar: as aves vão usar? Como e quando? Por que acreditamos que estão utilizando? Elas não nos dizem diretamente, mas é nosso papel observar e interpretar essas respostas para entender os reais benefícios.”

A veterinária relembrou práticas antigas, quando produtores penduravam objetos brilhantes, como CDs ou parafusos, acreditando estimular as aves. No entanto, observou-se que, na maioria dos casos, os animais ignoravam completamente os itens. O mesmo ocorreu com fardos de feno ou barras para empoleiramento, que muitas vezes não eram utilizados.

Segundo Barger, a abordagem moderna exige uma avaliação contínua da interação das aves com os enriquecimentos. “Não basta colocar algo no galpão e supor que está funcionando. É preciso questionar por que e como as aves interagem – ou não – com esses objetos”, afirmou.

Ela reforçou ainda que a experimentação é positiva, mas deve ser pautada pela lógica e observação prática. “É ótimo tentar coisas novas, mas também temos que pensar no que realmente faz sentido”, concluiu.

Referência: WattPoultry

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