Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 68,67 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 154,91 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 161,56 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,50 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,14 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,37 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,25 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,27 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 132,51 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 135,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 144,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 150,55 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 124,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 137,51 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,30 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.544,33 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.450,60 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,27 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 128,20 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 143,70 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 157,15 / cx
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Política

FPA reage a veto de Lula e promete blindar orçamento do seguro rural

A FPA se mobiliza contra o veto presidencial. Confira as promessas para blindar o orçamento do seguro rural

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FPA reage a veto de Lula e promete blindar orçamento do seguro rural

A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) reagiu com força nesta quarta-feira (07) ao veto do presidente Lula na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2026. O dispositivo vetado originalmente blindava os recursos do Seguro Rural contra contingenciamentos (cortes) do governo.

Agora, a bancada, liderada pelo deputado Arnaldo Jardim, promete “empenho máximo” para derrubar a decisão presidencial no Congresso.

A preocupação é crítica: na última safra, a área coberta por seguro no Brasil despencou para menos de 8% da área cultivada, deixando o produtor exposto aos extremos climáticos (como a seca no Sul e as chuvas irregulares no Centro-Oeste).

“Avançar na cobertura e ter fluxo adequado de recursos são prioridades absolutas para 2026”, afirmou Jardim. Se o veto for mantido, estima-se que o estado do Paraná será o mais prejudicado, já que concentrou 40% das apólices em 2025.

Do outro lado, o Ministério da Agricultura (Mapa) tenta uma manobra alternativa. O secretário Guilherme Campos argumenta que a Taxa Selic a 15% inviabiliza o aumento direto do subsídio.

A proposta do governo é fundir o atual seguro rural com o Proagro e tornar o seguro obrigatório para quem toma crédito federal, apostando na “massificação” para diluir riscos. A FPA, no entanto, vê a medida como insuficiente e o veto como um risco à segurança jurídica da safra que se inicia.

Referência: Agência FPA

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