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Biocombustível

Brasil quer aumento do uso de biodiesel para poluir menos

País estuda incremento do biocombustível na matriz energética para atingir metas de redução de GEEs propostas na COP 21.

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Brasil quer aumento do uso de biodiesel para poluir menos

O diretor do Departamento de Biocombustíveis do Ministério das Minas e Energia, Ricardo Dornelles, afirmou hoje na Conferência Internacional de Biodiesel em São Paulo que o governo brasileiro proporá o aumento da mistura do biocombustível no diesel mineral para atingir as metas de redução de gases de efeito estufa do país com as Nações Unidas a serem apresentadas na Conferência do Clima da ONU em Paris no final do ano.
Dornelles disse que o Ministério do Meio Ambiente está estudando qual percentual de aumento de presença de um óleo no outro deverá ser proposto. O MMA, no passado recente, já se manifestou favorável à medida, para a pasta fundamental para se alcançar as metas propostas.

O documento do Ministério das Relações Exteriores encaminhado às Nações Unidas com a intenção de proposta do Brasil, apresentado em recente seminário preparatório da COP 21 prevê o aumento da mistura, bem como o uso mais intensivo de fontes de energia renovável, veicular, como etanol de segunda geração, e biomassa e gás natural para geração de energia elétrica.
Dornelles voltou a abordar os benefícios do biodiesel, como fizera ontem, primeiro dia da Conferência. Para ele, estas vantagens precisam otimizar seus efeitos, sobretudo monetizando-se, ou seja, agregando valor, não só à cadeia produtiva do biocombustível, mas também na economia de recursos no tratamento de doenças causadas pela poluição atmosférica que o uso do óleo ajuda a reduzir.
Sem falar na economia de recursos na balança comercial com a redução de importações de diesel mineral, substituído em parte pelo biodiesel. O diretor superintendente da APROBIO, Julio Cesar Minelli, em sua palestra sobre os efeitos do biodiesel na economia do país e das cidades com usinas do biocombustível, colocou que o país gastou este ano US$ 8,7 bilhões em importação de diesel. “E ela só não 30% maior por causa da produção interna de biodiesel”, complementou ele.

Segundo Julio, enquanto a produção de diesel cresceu 20% no ano passado, o consumo aumentou 34%. Ricardo Dornelles disse que o planejamento decenal do Ministério prevê um déficit de 10 a 12 bilhões de litros na importação de diesel. Para ele o biodiesel é sim a solução neste cenário, ao equilibrar a cadeia de soja.

“Se não tivéssemos hoje o B7 (7% de biodiesel por litro de diesel), o país teria que exportar o óleo de soja excedente por um preço baixo, derrubando o valor de toda a cadeia produtiva”, lembrou Dornelles.
Para o executivo do governo federal, substituir o diesel pelo biodiesel é benéfico, pois seu crescimento sustentado melhora a saúde pública e agrega valor à cadeia produtiva, promovendo a agricultura familiar no fornecimento de matérias primas, além de desenvolver outras cadeias da agroindústria.

Dornelles não deixou de observar, porém, que tudo isso depende da disponibilidade de matéria prima, da sua diversificação, para que a indústria não fique refém do óleo de soja. Para ele, quanto mais competitivo o biodiesel brasileiro for, melhor para o consumidor final e para o país.

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