Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 67,35 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,31 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 154,75 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,46 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,55 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,67 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,72 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,73 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,38 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 144,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 152,36 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 163,60 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 132,26 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 145,83 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,38 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,39 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.562,68 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.468,08 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,63 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 136,46 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Rio+20

Desenvolvimento sustentável domina agenda pré-Rio+20

Temas dos Diálogos Sustentáveis, os painéis de alto nível que acontecerão de 16 a 19 de junho, às vésperas da Rio+20, já estão definidos.

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Desenvolvimento sustentável domina agenda pré-Rio+20

A agenda dos Diálogos Sustentáveis, os painéis de alto nível que acontecerão de 16 a 19 de junho, às vésperas da Rio+20, já estão definidos: são nove assuntos, que vão da segurança alimentar a empregos verdes e migrações. A novidade é a dupla abordagem do desenvolvimento sustentável: de um lado será discutida a erradicação da pobreza, como perspectiva de longo prazo; mas o desenvolvimento sustentável será ainda tratado como ferramenta de curto prazo, para enfrentar a crise econômica.

Os nove grupos de temas foram anunciados ontem pelo diplomata Antonio Ricarte, representante do Brasil no Pnuma, o Programa de Meio Ambiente da ONU, que tem sede em Nairóbi, no Quênia. Quase todos vêm qualificados como “sustentáveis”. Os temas são: segurança alimentar; desenvolvimento sustentável para erradicação da pobreza; desenvolvimento sustentável para enfrentar a crise econômica; energia sustentável para todos e inovação; água; oceanos; economia para o desenvolvimento sustentável – produção e consumo sustentáveis; cidades sustentáveis e inovação; desemprego, empregos verdes e migrações compõem o último grupo.

O brasileiro Aron Belinky, coordenador de processos internacionais da ONG Vitae Civilis, falou no mesmo painel sobre as dúvidas da sociedade civil em relação aos Diálogos com a Sociedade Civil. “A expectativa é que estes diálogos sejam relevantes no contexto da conferência, mas há muitas dúvidas sobre o processo que precisa preceder esses dias”.

A iniciativa, que partiu do governo brasileiro, é promover encontros com especialistas renomados em cada uma dessas áreas e fazer com que as sugestões do debate inspirem os resultados da cúpula, de 20 a 22 de junho. A intenção é montar uma ponte entre os chamados Major Groups (empresários, povos indígenas, agricultores, sindicatos, mulheres, jovens, ONGs e governos locais) e os governos nacionais, que decidem os rumos das reuniões da ONU.

“Essa pode ser uma oportunidade muito mais interessante do que simplesmente fazer protestos na rua”, diz Belinky. “O problema é que, se esse processo não for bem preparado, pode ser muito frustrante e confundir a opinião pública.” A sociedade civil quer saber, por exemplo, como pode participar da preparação dos Diálogos, quem serão os palestrantes e como serão selecionados, qual o papel dos governos na iniciativa e se os resultados destes debates poderão ser incluídos no documento final da Rio+20. “O importante, na nossa opinião, é não transformar os Diálogos apenas em ‘talking shows'”, diz Belinky.

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