Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,29 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,18 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,89 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,86 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,26 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,59 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,71 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,69 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 133,21 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 148,24 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 149,07 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 124,52 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 137,52 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.510,24 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.400,50 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 156,97 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 127,22 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 141,41 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 154,50 / cx
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Floresta

Conhecimento é fundamental para agregar valor aos produtos da floresta

Para o presidente do Instituto Eco Amazônia, Bruno Boni, conhecer e respeitar a biodiversidade e as comunidades tradicionais faz parte do processo de valorização dos produtos florestais.

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Conhecimento é fundamental para agregar valor aos produtos da floresta

Conhecer a biodiversidade amazônica e suas ameaças e também a realidade dos povos tradicionais – ribeirinhos e indígenas – envolvidos no processo de criação dos produtos extrativistas ou naturais são dois pontos fundamentais para a valorização dos produtos da floresta.

É o que afirmou o presidente do Instituto Eco Amazônia, Bruno Boni, durante palestra que proferiu no Workshop ‘Estratégias para Valorizar os Produtos da Floresta’, realizado na manhã desta sexta-feira, como parte do 3º Fórum Mundial de Sustentabilidade, que acontece em Manaus desde quinta-feira e se estende até sábado.

“Qualquer negócio que envolva os produtos da floresta deve considerar a biodiversidade local e as comunidades afetadas ou envolvidas. Precisamos considerar não apenas os números, mas o modo de viver, de pensar e a realidade dessas populações”, disse.

Segundo Boni, o maior obstáculo para a valorização dos produtos da floresta é o fato de o “Brasil não conhecer o Brazil”, ou seja, de grandes empresários, estudiosos e jornalistas das regiões Sul e Sudeste não conhecerem ‘in loco’ a Amazônia, por exemplo, e, consequentemente, a realidade dos povos da floresta.

“Para agregar valor aos produtos da floresta precisamos conscientizar não apenas as comunidades, mas também as empresas e os clientes sobre os valores abstratos da sustentabilidade, passando informações sobre a extração, elaboração e benefícios que esses produtos oferecem a quem produz e a quem compra, lembrando que a exclusividade é um dos diferenciais e a sustentabilidade é outro.”

No mesmo Workshop, a consultora da Fundação Amazônia Sustentável (FAS), Núbia Lentes, falou sobre as cadeias produtivas da borracha, óleos vegetais, castanha, guaraná, turismo, artesanato e pesca no Amazonas e sobre os avanços que cada uma delas registrou nos últimos anos, seguindo práticas sustentáveis.

“A sustentabilidade é uma das premissas que movem a FAS e que valorizam os produtos ambientais ao mesmo tempo em que melhoram a vida das populações locais”, declarou.

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