Vazio sanitário da soja vai de 15 de junho à 15 de setembro. Durante este período, plantio comercial do grão fica proibido.
Em MT, vazio sanitário visa evitar o avanço da ferrugem asiática
O campo está limpo, sem nenhum pé de soja e é assim que deve ficar pelos próximos três meses, durante o vazio sanitário.
Neste período, o cultivo da oleaginosa fica proibido e o agricultor precisa destruir ainda as chamadas plantas guaxas, àquelas que nascem voluntariamente, seja nas áreas de produção, pátios de descarregamento ou margens de rodovias.
Na safra passada, só em Mato Grosso, foram registrados 112 focos da doença em todas as regiões produtivas.
Leia também no Agrimídia:
- •Exportações de carne de frango batem recorde no 1º trimestre de 2026, apesar de cenário geopolítico adverso
- •Carne suína impulsiona crescimento e atinge novos patamares em Santa Catarina
- •Exportações brasileiras de ovos recuam em março e atingem menor volume desde 2024
- •Mix de sabores: Prime rib de porco com geleia de tucupi, tangerina e nozes
Quem está no campo sabe a importância de cumprir à risca o vazio sanitário da soja. O agricultor Raul Berwanger está colhendo o milho safrinha cultivado em Juscimeira. Ele vai plantar 1,9 mil hectares de soja em outubro e como já teve problemas com a ferrugem no passado, quer garantir a sanidade da futura lavoura cumprindo desde já o vazio sanitário.
Os casos de ferrugem asiática em todo o Brasil são acompanhados pela Embrapa em Londrina, no Paraná. O Rio Grande do Sul é o estado com maior número de focos este ano no país, 115. Depois, vem Mato Grosso e o Paraná com 112 casos cada um. Até a primeira semana de junho, 488 casos foram registrados em todo o país.
Atualizando dados.
















