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Bioenergia

Empresas dos EUA apostam na energia solar em São Paulo

Empresa já prepara uma usina de 6MWp, em Itajobi, e inscreveu 90MW para o A-5.

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Empresas dos EUA apostam na energia solar em São Paulo

Os norte-americanos da New Generation Power (NGP) estão apostando na energia solar no Brasil, mas especificamente em São Paulo. A empresa, com sede em Chicago, atualmente desenvolve uma planta fotovoltaica em Itajobi, e agora anuncia a inscrição de três usinas, de 30MW cada, no próximo leilão A-5, marcado para 13 de dezembro. Os novos projetos estão concentrados no município de Taubaté, no interior de São Paulo, e contam com a parceria do grupo brasileiro Léros, que atua no segmento de geração e comercialização de energia.

“Alguns investidores me perguntam por que São Paulo? Sabemos que no Nordeste é onde tem maior insolação, mas São Paulo também tem um potencial grande, com a vantagem de estar próximo ao centro de consumo e dispor de uma oferta maior do sistema de transmissão”, explica a diretora de Novos Negócios, Fernanda Augusto, em entrevista ao Jornal da Energia.

Pela primeira vez, o Brasil possibilitou a participação de energia solar nos leilões promovidos pelo governo. Além do A-5, também há um A-3, marcado para 18 de novembro. A NGP , no entanto, aposta em mais leilões com a participação solar em 2014, inclusive com um específico para fonte.

A executiva informa que o projeto de Taubaté foi trazido pela Léros. A área seria grande e comportaria uma usina de 500MW pico. “A ideia é trabalhar toda essa área, em lotes de 30MW, por causa do benefício da transmissão”, diz Fernanda Augusto. “Também pensamos em vender para o mercado livre, e fazer parcerias, como em Itajobi”.

A usina Itajobi foi planejada inicialmente para ter 3MWp. Porém, o projeto sofreu alterações nos últimos meses, e agora terá 6MWp, sendo a fase 1, de 2MWp, com início de geração até junho de 2014. E a segunda fase, de 4MWp, com geração no segundo semestre do mesmo ano.

O negócio seria desenvolvido com a Tecnometal (atual Dya Solar), mas o parceiro foi substituído pela Léros. A diretora preferiu não revelar os motivos da troca. O investimento também aumentou: de R$21 milhões para R$30 milhões. A energia inicialmente seria vendida para o município, mas ganhou um consumidor industrial, que também não teve o nome revelado. O projeto de Itajobi será 100% financiado por uma instituição financeira do exterior.

Segundo Fernanda, a entrada desse novo consumidor possibilitou a ampliação do projeto. Além disso, o ganho de escala e a redução de preços dos equipamentos contribuíram para aperfeiçoar o negócio.

A NGP tem 85% nos negócios e a Léros 15%. No entanto, a executiva explica que estão abertos a outros parceiros e já receberam, inclusive, contatos de duas empresas de grande porte dos Estados Unidos interessadas em Taubaté.

Ainda sobre o leilão, embora a energia solar esteja competindo com outras fontes mais baratas, como a eólica, na visão da diretora da NGP, o mais importante é que o governo brasileiro está abrindo espaço para fonte solar, o que acaba atraindo fabricantes de equipamentos e prestadores de serviço para o País.

Ela acredita que mesmo com o preço do MW solar mais elevado, alguns projetos podem sair o papel do próximo A-5. Empresas como Renova Energia saem na frente, uma vez que não precisam arrendar terras, podendo instalar os painéis solares em sítios eólicos já viabilizados. “Essas empresas têm essa vantagem. Tem gente que disse que já consegue vender por R$165/Mwh solar”, especula.

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