Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 65,28 / kg
Soja - Indicador PRR$ 123,67 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 130,57 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 8,66 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 5,36 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 5,76 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 4,95 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 5,25 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 155,55 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 161,95 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 173,40 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 181,58 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 146,48 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 168,67 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,58 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,59 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.360,52 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.311,12 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 178,56 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 153,54 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 158,60 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 175,60 / cx
Destaque Todas Páginas
Meio Ambiente

Imazon: desmatamento ilegal cresce 151% no Pará

Avaliação do período entre agosto de 2011 e julho de 2012 revela disparada na exploração irregular de madeira; o aumento legal foi de apenas 8%.

Compartilhar essa notícia

O Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon) divulgou nesta semana o Boletim Transparência Manejo Florestal Estado do Pará 2011-2012, mostrando que a área total de exploração madeireira foi de 157,2 mil hectares de florestas, dos quais 122,3 mil hectares (78%) não foram autorizados e 34,9 mil hectares mil (22%) foram liberados para manejo florestal.

Esses números significam que o desmatamento ilegal cresceu 151% no Pará, contra um aumento de somente 8% na exploração autorizada.

“As áreas exploradas não autorizadas tiveram maior ocorrência no sudoeste do Pará (32% – Uruará e Trairão). O restante ocorreu no sudeste (19% – Paragominas e Ulianópolis), Marajó (17% – Portel e Bagre), nordeste (16%- Tailândia e Mojú) e Baixo Amazonas (16% – Prainha e Santarém)”, afirma o Boletim.

Considerando as florestas afetadas pela exploração ilegal de madeira, a maioria (67%) situava-se em áreas privadas, devolutas ou sob disputa; outros 25%, em assentamentos de reforma agrária; e 8%, em áreas protegidas.

Apenas 2.055 hectares de exploração ilegal de madeira foram encontrados em terras indígenas (TI), sendo que a TI Anambé, situada no município de Moju, concentrou 41% desse total.

Já em unidades de conservação (UCs) foram somente 8.037 hectares de florestas exploradas ilegalmente. As mais exploradas foram a Floresta Nacional (Flona) de Itaituba II (48% do total detectado), Flona do Trairão (30%) e Flona do Jamanxim (10%).

Analisando as áreas dos planos de manejo entre 2007 e 2012, o Imazon destaca que, das 715 autorizações de exploração florestal avaliadas (476.454 hectares), a quase totalidade (99% ou 473.662 hectares) continua conservada, e apenas 1% (2.792 hectares) foi desmatada. Em relação ao período anterior, foi observado um aumento de desmatamento de apenas 300 hectares.

Para realizar esses cálculos, o Imazon utilizou informações dos sistemas de controle da Sema – Simlam (Sistema Integrado de Licenciamento e Monitoramento Ambiental) e Sisflora (Sistema de Comercialização e Transporte de Produtos Florestais) -, as quais foram sobrepostas àquelas geradas pelo Simex (Sistema de Monitoramento da Exploração Madeireira), desenvolvido pela entidade.

Em seu boletim de agosto sobre o desmatamento geral da Amazônia, o Imazon indicou que entre agosto de 2012 e julho de 2013 a floresta perdeu 2.007 quilômetros quadrados (km2). Isso significa que houve uma alta de 92% entre a destruição cometida nos últimos 12 meses com relação ao período anterior (agosto de 2011 a julho de 2012), que registrou 1.047km2.

Mais recentemente, na semana passada, o Imazon detectou uma queda no desmatamento. Foram 103 quilômetros quadrados destruídos em setembro de 2013, uma queda de 76% se comparada com setembro de 2012.

* Com informações do Imazon.

Mais lidas
Cotação
Fonte CEPEA
  • Milho - Indicador
    Campinas (SP)
    R$ 65,28
    kg
  • Soja - Indicador
    PR
    R$ 123,67
    kg
  • Soja - Indicador
    Porto de Paranaguá (PR)
    R$ 130,57
    kg
  • Suíno Carcaça - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 8,66
    kg
  • Suíno - Estadual
    SP
    R$ 5,36
    kg
  • Suíno - Estadual
    MG
    R$ 5,76
    kg
  • Suíno - Estadual
    PR
    R$ 4,83
    kg
  • Suíno - Estadual
    SC
    R$ 4,95
    kg
  • Suíno - Estadual
    RS
    R$ 5,25
    kg
  • Ovo Branco - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 155,55
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Branco
    R$ 161,95
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 173,40
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Vermelho
    R$ 181,58
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Bastos (SP)
    R$ 146,48
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Bastos (SP)
    R$ 168,67
    cx
  • Frango - Indicador
    SP
    R$ 7,58
    kg
  • Frango - Indicador
    SP
    R$ 7,59
    kg
  • Trigo Atacado - Regional
    PR
    R$ 1.360,52
    t
  • Trigo Atacado - Regional
    RS
    R$ 1.311,12
    t
  • Ovo Vermelho - Regional
    Vermelho
    R$ 178,56
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Santa Maria do Jetibá (ES)
    R$ 153,54
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Recife (PE)
    R$ 158,60
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Recife (PE)
    R$ 175,60
    cx

Relacionados

AI – 1343
SUINOCULTURA 328
Anuário AI – Edição 1342
Anuário SI – Edição 327
SI – Edição 326