Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 67,24 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 147,67 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 153,90 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,25 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,31 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,46 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,66 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,58 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,62 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,07 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 143,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 150,64 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 162,44 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 131,98 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 145,79 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,38 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,40 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.538,46 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.454,59 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 154,26 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 135,63 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Empresas

Tractebel aciona Petrobras na Justiça

Empresa quer que a petrolífera volte a fornecer gás natural para a termoelétrica de William Arjona, no Mato Grosso do Sul.

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Tractebel aciona Petrobras na Justiça

A Tractebel recorreu à Justiça para fazer com que a Petrobras volte a fornecer gás natural para a termelétrica de William Arjona, localizada em Campo Grande (MS). A petrolífera interrompeu o abastecimento de combustível em março para a usina, que possui uma capacidade instalada de 190 MW.

Em teleconferência com analistas de investimento, o diretor financeiro da Tractebel, Eduardo Sattamini, afirmou ontem que a Petrobras obteve uma liminar para suspender o abastecimento de gás, mas ele ainda espera vencer a disputa nos tribunais. O juiz deve divulgar uma setença no dia 5 de novembro. Se a Tractebel vencer, a petrolífera terá de restabelecer o fornecimento.

Devido à falta de combustível, a Tractebel optou por retirar a térmica de William Arjona do seu lastro (volume que a companhia garante produzir de energia elétrica) na Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e na Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). De acordo com Sattamini, a empresa preferiu adotar um procedimento mais “conservador”.

Construída em 1999, a usina de William Arjona foi a primeira térmica a gás natural construída no país. A Petrobras já havia interrompido o abastecimento de combustível para a termelétrica entre 2007 e 2009.

A Tractebel também retirou do seu lastro a térmica de Alegrete, no Rio Grande Sul, movida a óleo combustível. Segundo a empresa, a saída das duas usinas do seu portfólio reduz em 157 MW médios a capacidade comercial da companhia a partir de 2014.

A empresa possui outras duas térmicas, ambas movidas a carvão: o complexo termoelétrico Jorge Lacerda, em Santa Catarina, de 857 MW de capacidade instalada, e a térmica de Charqueadas, no Rio Grande do Sul, de 72 MW. As duas produziram energia no terceiro trimestre.

Apesar de ter retirado duas usinas do seu portfólio, a Tractebel informou que pôde conectar os seus parque eólicos no Ceará à rede elétrica nacional. Com a construção das subestações, as máquinas foram sincronizadas ontem, às 10 horas da manhã, disse Sattamini. Segundo a empresa, a montagem dos aerogeradores dos parques de Trairi e Guajiru foi concluída, e a previsão é que todo o complexo eólico entre em operação comercial até o final de 2013. Os parques possuem uma capacidade instalada de 115 MW.

A falta de linhas de transmissão preocupa os investidores. A gerente de relações com investidores da GDF Suez, multinacional francesa que controla a Tractebel, Anamélia Medeiros, afirmou que as linhas de transmissão que vão escoar a energia produzida pela hidrelétrica de Jirau, em Rondônia, devem entrar em operação em meados de novembro.

O plano inicial era que a Tractebel comprasse a participação da matriz francesa em Jirau. Mas, com os sucessivos problemas enfrentados pelo empreendimento, essa aquisição não deve ocorrer em 2014, afirmou o presidente da Tractebel, Manoel Zaroni.

Jirau custará bem mais do que o previsto devido aos atrasos nas licenças ambientais e aos protestos dos trabalhadores, que depredaram suas instalações.

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