Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,29 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,18 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,89 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,86 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,26 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,59 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,71 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,69 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 133,21 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 148,24 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 149,07 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 124,52 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 137,52 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.510,24 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.400,50 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 156,97 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 127,22 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 141,41 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 154,50 / cx
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Meio Ambiente

BP afirma que emissões mundiais aumentarão 29% até 2035

A previsão é que as emissões sigam aumentando, chegando em 2035 a um nível 29% maior do que o atual.

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BP afirma que emissões mundiais aumentarão 29% até 2035

A gigante do petróleo BP divulgou um relatório na semana passada que, de certa forma, joga um balde de água fria em quem acreditava que o crescimento das fontes renováveis de energia seria o suficiente para frear as emissões de gases do efeito estufa nas próximas décadas.

Segundo o “BP Energy Outlook 2035”, o consumo global de energia deve subir 41% até 2035, e a tendência é que os três grandes combustíveis fósseis, carvão, petróleo e gás, respondam cada um por cerca de 27% da matriz.

Dessa forma, a previsão é que as emissões sigam aumentando, chegando em 2035 a um nível 29% maior do que o atual.

O economista chefe da BP, Christof Rühl, argumenta que, apesar dos contínuos números positivos das fontes alternativas, o consumo de carvão, por exemplo, está em um nível recorde e assim deve continuar.

A estimativa é que as renováveis continuem crescendo mais rapidamente do que as fósseis, mas que estas também terão seu consumo aumentado.

As renováveis devem responder por 14% da matriz mundial em 2035, crescendo a uma taxa de 6,4% ao ano. Já o uso do gás natural subirá 1,9% ao ano, o do carvão, 1,1%, e o do petróleo, 0,8%.

De acordo com o relatório, 95% de toda a nova demanda por energia será criada pelas economias emergentes, como China, Índia e Brasil. Já o consumo na América do Norte e Europa crescerá cada vez mais lentamente e começará a cair perto de 2035.

A previsão de queda na demanda dos países mais ricos é um sinal positivo, segundo Rühl.

“Esse processo mostra o poder das forças econômicas e da competição. As pessoas estão encontrando maneiras mais eficientes de utilizar energia, porque isso poupa dinheiro. É também uma boa notícia para o meio ambiente: se usamos menos energia, emitimos menos dióxido de carbono. Por exemplo, as emissões dos EUA estão no nível que tinham em 1990”, afirmou.

Brasil – A previsão da BP para o Brasil é bastante otimista, com o país se transformando em um dos grandes exportadores de energia do planeta até 2035. Veja algumas das estimativas:

A produção de energia aumentará 98%, enquanto o consumo apenas 71%;
A produção de todas as fontes crescerá: Petróleo, 109%, gás, 178%, hidro, 55%, renováveis, 227%, e biocombustíveis, 127%;
O país responderá por 3% da demanda mundial por energia em 2035, a menor entre os BRICs. China, 27%, Índia, 7%, e Rússia, 5%.
A hidro seguirá a principal fonte, mas sua participação na matriz passará dos atuais 77% para 66%.

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