Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 65,43 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,75 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 154,29 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 9,97 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,63 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,95 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,90 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,82 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,77 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,38 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 143,61 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 152,24 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 159,48 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 132,32 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 145,00 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,39 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,41 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.570,32 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.465,74 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 157,24 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 136,70 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 140,93 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 150,91 / cx
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Entidades divergem sobre efeitos da Lei da Terceirização na agricultura

A legislação já foi aprovada na Câmara dos Deputados, agora encaminhado para apreciação do Senado, legaliza a terceirização de trabalhadores nas atividades-fim de uma empresa.

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Entidades divergem sobre efeitos da Lei da Terceirização na agricultura

As entidades representativas do setor rural têm apresentado opiniões divergentes sobre o Projeto de Lei 4.330/2004, a chamada Lei da Terceirização. A legislação já foi aprovada na Câmara dos Deputados, agora encaminhado para apreciação do Senado, legaliza a terceirização de trabalhadores nas atividades-fim de uma empresa.

Para Luiz Cornacchioni, diretor executivo da Associação Brasileira do Agronegócio (ABAG), a aprovação da lei seria um avanço porque acabaria com a insegurança jurídica que muitos empresários do agronegócio hoje enfrentam. “Hoje, há uma dificuldade em saber o que é atividade-meio e atividade-fim, isso não está claro ainda”, explica.

Cornacchioni ainda ressalta que a agricultura possui características sazonais, o que dificultaria a contratação direta de mão-de-obra permanente. “Há casos em que eu posso colher uma supersafra e há outros em que o meu cultivo foi prejudicado pela seca, por exemplo. Nesse caso, como vou gerenciar a mão de obra com essa lei atual?”, questinou o diretor da Abag.

Já para Elias D’Angelo Borges, secretário de Assalariados Rurais da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag), a nova lei deve precarizar o trabalho. Borges destaca dados do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), que apontam que os empregados terceirizados recebem 27% menos com carga horária de três horas a mais. Além disso, o sindicalista critica a flexibilidade que prevê a proposta.

“Os contratos de curta duração podem diminuir o recebimento de benefícios por parte dos trabalhadores. Quem vai fiscalizar o papel das empresas em garantir os direitos dos seus funcionários?”, critica Borges.

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