Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 69,48 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 153,49 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 160,43 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,47 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,68 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 5,82 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,21 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,09 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,18 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 132,09 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 133,05 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 143,05 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 147,25 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 123,84 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 137,51 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,31 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,28 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.529,62 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.447,18 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,27 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 125,01 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 143,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 157,69 / cx
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Exportação

Só 5 países exportam menos que o Brasil em proporção do PIB

Brasil fica à frente de Burundi, República Centro-Africana, Sudão, Afeganistão e Kiribati em ranking de 150 países.

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O Brasil, um dos países onde as vendas ao exterior menos contribuem para o PIB, piorou seu desempenho em relação a outras economias. Em 2014, as exportações representaram 11,5% da soma de bens e serviços produzidos pelo país. Foi o sexto menor percentual entre 150 países analisados, segundo levantamento feito pela Folha com dados do Banco Mundial.

O Brasil só ficou à frente de Afeganistão, Burundi, Sudão, República Centro-Africana e Kiribati. E bem abaixo da média global, de 29,8% do PIB.

Desde 1985, quando a série de dados do Banco Mundial tem início, o Brasil está abaixo do patamar mundial. No ano passado, o país voltou a cair uma posição no ranking, e a diferença ante a média dos países só não foi maior que a registrada em 2011 e 2012 –também no mandato de Dilma Rousseff.

O mercado doméstico robusto contribui para a baixa participação das exportações no PIB. Os EUA, por exemplo, também vão mal nesse tipo de comparação. Lá, as vendas ao exterior respondem por pouco mais de 13% do PIB.

A nação americana, contudo, responde por mais de 10% do fluxo internacional de mercados, enquanto o Brasil detém só 1,2%, segundo a OMC.

“Insistimos em ser uma economia fechada. Continuamos com a mesma história de substituir importações. O país não participa como deveria dos movimentos da cadeia global de valor. Ficamos à margem, porque estamos olhando para dentro”, afirma a advogada Renata Amaral, especialista em comércio internacional e consultora da Barral M Jorge. Segundo ela, a política de conteúdo local é um dos melhores exemplos dessa atitude.

As medidas, por meio das quais o governo exige produção no país como condição para assumir contratos ou para obtenção de benefícios fiscais, são questionadas na OMC por União Europeia e Japão.

“Esse tipo de política é um tiro no pé, à medida que você recebe um monte de incentivo aqui dentro e não tem motivação para que o seu produto fique competitivo lá fora.”

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