Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 67,24 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 147,67 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 153,90 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,25 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,31 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,46 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,66 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,58 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,62 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,07 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 143,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 150,64 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 162,44 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 131,98 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 145,79 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,38 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,40 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.538,46 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.454,59 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 154,26 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 135,63 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Sustentabilidade

Uruguai tem primeira escola pública totalmente sustentável da América Latina

Colégio ainda conta com sistemas de captação de energia solar e eólica e hortas para a produção de alimentos orgânicos

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Uruguai tem primeira escola pública totalmente sustentável da América Latina

A “Ecoescola Sustentável” é a primeira instituição pública de ensino feita de forma totalmente sustentável na América Latina. O prédio que abriga a escola foi construído por voluntários, seguindo os conceitos da bioarquietura, que utiliza materiais que iriam para o lixo e aproveita as condições naturais para reduzir os impactos da construção.

O arquiteto que assina o projeto da Ecoescola Sustentável é o norte-americano Michael Reynolds, criador do conceito Earthship, que há 45 se dedica às edificações autossustentáveis em diversos lugares do mundo.

A nova escola pública uruguaia está localizada em Jaureguiberry, uma comunidade costeira, que abriga, em média 500 pessoas. O projeto tem sido trabalhado com os moradores locais desde 2014, através de ações de mobilização de pais e filhos, envolvidos em todas as etapas de planejamento e construção da instituição.

O projeto contou com o reaproveitamento de muitos materiais normalmente considerados lixo. Para um edifício de 270 m2, foram usados: dois mil pneus, cinco mil garrafas de vidro, dois mil metros quadrados de papelão e oito mil latas de alumínio. De acordo com a Tagma, organização não-governamental por trás do projeto, a construção teve 60% de sua base proveniente de materiais reciclados. O colégio ainda conta com sistemas de captação de energia solar e eólica e hortas para a produção de alimentos orgânicos.

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