Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 64,87 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 151,38 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 157,41 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 10,23 / kg
Suíno - Estadual SP ↓ R$ 6,90 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual PR ↓ R$ 5,94 / kg
Suíno - Estadual SC ↓ R$ 6,00 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,92 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 129,18 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 129,26 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 142,29 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 139,61 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 121,02 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 132,81 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,24 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,26 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.569,61 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.499,49 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 153,87 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 128,19 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 136,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 150,17 / cx
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Sustentabilidade

Uruguai tem primeira escola pública totalmente sustentável da América Latina

Colégio ainda conta com sistemas de captação de energia solar e eólica e hortas para a produção de alimentos orgânicos

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Uruguai tem primeira escola pública totalmente sustentável da América Latina

A “Ecoescola Sustentável” é a primeira instituição pública de ensino feita de forma totalmente sustentável na América Latina. O prédio que abriga a escola foi construído por voluntários, seguindo os conceitos da bioarquietura, que utiliza materiais que iriam para o lixo e aproveita as condições naturais para reduzir os impactos da construção.

O arquiteto que assina o projeto da Ecoescola Sustentável é o norte-americano Michael Reynolds, criador do conceito Earthship, que há 45 se dedica às edificações autossustentáveis em diversos lugares do mundo.

A nova escola pública uruguaia está localizada em Jaureguiberry, uma comunidade costeira, que abriga, em média 500 pessoas. O projeto tem sido trabalhado com os moradores locais desde 2014, através de ações de mobilização de pais e filhos, envolvidos em todas as etapas de planejamento e construção da instituição.

O projeto contou com o reaproveitamento de muitos materiais normalmente considerados lixo. Para um edifício de 270 m2, foram usados: dois mil pneus, cinco mil garrafas de vidro, dois mil metros quadrados de papelão e oito mil latas de alumínio. De acordo com a Tagma, organização não-governamental por trás do projeto, a construção teve 60% de sua base proveniente de materiais reciclados. O colégio ainda conta com sistemas de captação de energia solar e eólica e hortas para a produção de alimentos orgânicos.

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